“Babilônia”, a nova confusão da Globo

Beijo gay no primeiro capítulo. Mas já?

“Beijo na boca entre duas senhoras, duas cenas de sexo casual, golpe do baú, réveillon em Paris, traição, menina ingênua enganada por homem casado, gravidez indesejada, exploração na fila do transplante, duas chantagens, um atropelamento, um assassinato. Em outros tempos, essas situações poderiam ocorrer ao longo de uma novela inteira. Nos dias de hoje, em que é preciso dar choques elétricos no espectador a cada minuto, não há tempo para enrolação, ao menos no capítulo de estreia. ‘Babilônia’ pegou o espectador pelo colarinho e o sacudiu por mais de uma hora com essa saraivada de situações. Foi atordoante. Tudo aconteceu em sequência, com impressionante agilidade. Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga fizeram o possível e o impossível para manter o público de olhos abertos nesse primeiro capítulo.

“Duas vilãs em estado bruto foram apresentadas e duelaram em cena – Beatriz (Gloria Pires) e Inês (Adriana Esteves). Idem para a mocinha pobre e ingênua, Regina (Camila Pitanga), que caiu na conversa de um homem casado, Luis (Gabriel Braga Nunes), e engravidou no primeiro encontro. Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg) se beijaram logo no início do primeiro capítulo, transformando a questão do ‘beijo gay’ em fato consumado. Como em ‘Vale Tudo’, também de Gilberto Braga, o personagem de Cassio Gabus Mendes, Evandro, caiu na conversa da personagem de Gloria Pires.

“A supervilã Beatriz não apenas armou o golpe do baú em poucas cenas, como também matou o motorista do futuro marido, Cristovão (Val Perré), que a estava chantageando, e ainda deu um jeito de culpar Inês, a segunda vilã da história, que também está tentando arrancar dinheiro dela.”

Esse é o resumo de Maurício Stycer (publicado no UOL) do primeiro capítulo do novo folhetim de uma das emissoras de TV que mais contribui para a disseminação da baixaria em nosso país. Durante alguns meses, todas as noites, adultos e crianças terão contato com esse tipo de conteúdo. Note que o próprio Stycer reconhece que o povo já está meio que amortecido depois de contemplar nas telas tanta perversão, distorção de valores e pouca-vergonha. Os produtores de novelas, filmes e seriados precisam apelar cada vez mais, se quiserem manter a atenção dos telespectadores que eles mesmo ajudaram a dessensibilizar. Assim, se antes era necessário valer-se de inúmeros capítulos como preparação para um beijo gay no final da novela, agora já começam com isso, e a aceitação é absoluta. Dá-lhe “instinto de rebanho”!

Aliás, veja só o que o deputado militante gay Jean Wyllys escreveu eu seu Twitter: “O choro é livre, reacionários e fundamentalistas e fascistas e homofóbicos. Eu vivi pra ver! Parabéns.”

Agora quem não considera apropriadas as cenas exibidas na TV, em horário nobre, não pode nem se manifestar. Do contrário, corre o risco de ser considerado “reacionário”, “fundamentalista”, “fascista” (!) e “homofóbico”. Aliás, o ex-candidato à presidência da República Levy Fidelix foi condenado a pagar 1 milhão de reais a movimentos LGBT, acusado de homofobia (confira). Por quê? Por ter feito as seguintes declarações: “Dois iguais não fazem filho” e “Aparelho excretor não reproduz”. Tem algo de errado nisso? Biologicamente falando, as frases estão corretíssimas. Se Fidelix foi condenado por falar obviedades, por que não foram condenados os militantes gays que profanaram símbolos religiosos em público (confira aqui e aqui)? O Código Penal Brasileiro, em seu artigo 208, traz o seguinte: “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único: Se há emprego de violência, a pena é aumentada em um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.”

Quanta justiça…

Sophie será uma prostituta de luxo.

Bem, voltemos à novela da Globo. Uma das vilãs será interpretada por Gloria Pires: Beatriz é uma ninfomaníaca que se livra dos homens depois de ter relação sexual com eles. Bruno Gagliasso vai encarnar um cafetão e transformar a personagem de Sophie Charlotte em uma prostituta de luxo. Deborah Evelyn dará vida a uma mulher totalmente desequilibrada capaz de tudo para atingir seus objetivos. Cássio Gabus Mendes será um milionário que adora fazer maldades. Marcos Palmeira vai viver um político corrupto.

Ontem li o capítulo 2 da primeira carta de Paulo aos Coríntios, e me deparei mais uma vez com o versículo que diz: “Nós, porém, temos a mente de Cristo.” Esse “porém” contrasta a “mente espiritual” com a descrição anterior de uma mente secularizada, não espiritual. Sinceramente, não sei como alguém que perde tempo diariamente com um tipo de conteúdo como esse veiculado em “Babilônia” pode ter a “mente de Cristo”. Para ter a mente de Cristo é preciso ter Cristo na mente. O dia a dia já é tão corrido que se torna um desafio encontrar tempo para a leitura da Bíblia e para a oração. Como, então, desperdiçar uma hora todos os dias para assistir à promoção de “valores” que atentam contra os princípios cristãos? Que tipo de conteúdo vai povoar seus pensamentos? E escolha é sua, evidentemente

A palavra “Babilônia” significa “portal dos deuses”. Para os judeus, o termo vem do hebraico antigo babel (בבל), que significa “confusão” (“grande confusão”, segundo o Dicionário Michaelis). Babilônia foi a capital da antiga Suméria e Acádia, na Mesopotâmia. E no Apocalipse (cap. 17) é utilizada para simbolizar a prostituição espiritual, a confusão doutrinária e a oposição às verdades divinas.

De certa forma, confusão, prostituição e deboche das verdades bíblicas serão exatamente o conteúdo que milhões de brasileiros contemplarão todos os dias, por alguns meses, a partir desta semana. [MB]

Em tempo: Continua ativa no site da Câmara dos Deputados a enquete: “Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?” Não deixe de votar! Clique aqui.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br

Mais importante é ser do que ter

Passei as férias do início do ano com a família no sul da Bahia. Durante uma semana, estivemos nas praias da paradisíaca Porto Seguro. É o destino turístico de milhares de pessoas nos meses de verão brasileiros. Logo, é fácil de perceber tendências de todos os tipos.

Obviamente, neste verão, a maior delas era o bastão para tirar autorretratos, o famoso pau-de-selfie. Centenas podiam ser vistos nas mãos de crianças, jovens e adultos. Naquele mar de estacas de metal içadas em diagonal, me chamou atenção um menino, que aparentava ter menos de 10 anos, que falava a uma mulher mais velha, possivelmente sua mãe:

 – Poxa, bem que a gente podia ter um ‘negócio’ desses também, né?

– Por que? – retrucou a mulher

– Ué, porque todo mundo tem…

A grande revolução do consumo foi a passagem de uma orientação voltada ao produto, por parte das empresas, para aquela voltada ao consumidor e o relacionamento com ele. No primeiro cenário, os produtos eram o foco principal das empresas, o que fazia o vendedor ter papel de destaque no meio profissional. Ele era responsável por, num esforço muitas vezes sobre-humano, girar estoques, desencalhar produtos, fazer os clientes comprarem, mesmo sem precisar daquilo. Até os dias de hoje, vemos empresas que trabalham com o setor de vendas sendo a coisa mais importante da empresa.

No segundo cenário, as coisas se alteraram. Gestores começaram a perceber que empurrar produtos nas pessoas não era a melhor das ações a serem feitas. Este comportamento criava uma arena competitiva muito forte, gastos gritantes em mídia de massa cada vez mais cara, margens de lucros cada vez menores, sacrifício contínuo da qualidade, fuga de bons profissionais e outras disfunções. Notou-se que era muito mais interessante fazer com que o consumidor fosse um amigo das marcas e produtos, e não apenas um comprador delas. Assim, seria muito mais fácil fazer com que as vendas acontecessem, pois teríamos agora verdadeiros relacionamentos com marcas, criando admiradores, amantes e até advogados de marcas e produtos.

Paixão

Então, caímos de cabeça nesse mundo. Tal qual na vida social, somos “apaixonados” por determinados produtos, lojas e marcas. E transmitimos estas paixões adiante, defendendo e compartilhando todas nossas sensações, experiências e desejos. Criou-se, então, uma rede do consumo. E uma rede cada vez mais acelerada, empolgante e, ao mesmo tempo, preocupante e deprimente. Pessoas fazendo de tudo para ter aquele produto, daquelas marcas pelas quais são apaixonadas, não importando os verdadeiros sacrifícios que tinham que ser feitos. É a onda do “viver para consumir”, da compulsão por compras. O marketing, criado com a intenção de promover a satisfação das necessidades das pessoas, agora se torna um buscador incessante de vínculos emocionais que promovem a paixão por determinados produtos.

Qual nosso papel, ante a este cenário? Uma mente pode ser, ao mesmo tempo, consumista e cristã? A psicóloga Ana Beatriz Barbosa Silva, escrevendo sobre o tema no ótimo livro “Mentes Consumistas: do consumismo à compulsão por compras”, indica que as pessoas no presente século estão mais preocupadas com o TER, do que com o SER. E mais: os resultados deste cenário são a falta de altruísmo e o aumento do egoísmo e da inveja, diz a autora.

A fala de uma pesquisadora da sociedade e das pessoas, que nada tem a ver com religião, parece ecoar temas a nós próximos. Quantas vezes lemos sobre a devastação que o consumismo faz com pessoas e famílias? Quantas vezes lemos ou ouvimos as palavras de Cristo em Lucas 12:31-34? Parecem temas esquecidos, ao notar o quanto é necessário TER dentro, inclusive, de nossas fileiras. Quão importante parece ser osmartphone da moda! Ou o carro mais novo! Ou aquela marca de roupas que é super empolgante! Estaríamos também preocupados com o “porque todo mundo tem”?

Quanta diferença do que nos mostrou nosso mestre, quando aqui esteve! Inúmeras situações, principalmente as descritas no livro de Lucas (o qual estudamos na Lição da Escola Sabatina do trimestre 2015.2), mostram Cristo indicando a verdadeira religião para os judeus, como o que é descrito em parábolas como o Bom Samaritano, o Filho Pródigo, Lavradores Maus, do Homem Rico, ou nos seus inúmeros encontros com pessoas de posse e com fariseus. Em nenhum momento, vemos o nosso Senhor indicando o acúmulo de posses como sendo benéfico para a comunhão com Deus e para o relacionamento com o semelhante. Pelo contrário! “Louco (…). Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus”, disse Jesus (Lucas 12:20-21). Não é de se pensar?

Sim, é tempo de refletir. A resposta do menino da história que contei no início pode ser, infelizmente, facilmente encontrada entre nós. Não podemos correr o risco de nos enveredarmos por um caminho que nos levará a uma casa cheia e uma religião vazia. Que a importância dada ao TER seja diminuída. Mais importante é SER do que TER!

PARA LER, VER E OUVIR MAIS

Livro “Mentes Consumistas” – De Ana Beatriz Barbosa Silva – http://www.livrariacultura.com.br/p/mentes-consumistas-42273370

Vídeo “O alto preço do materialismo” – Feito no formato “drawing video” pelo The Center of a New American Dream, é um excelente resumo da sociedade baseada em consumo e seus problemas.

Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/

Facebook, depressão e inveja

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Até que ponto o uso de redes sociais pode atrapalhar a adoração a Deus?

Naquele dia entrei em uma igreja para a programação especial. Do meu lado um homem com a cabeça abaixada não tirava os seus olhos da tela do celular. Olhando para o lado vi que ele olhava para publicações no Facebook.

Deixei de lado a ele e olhando para frente, exatamente na linha dos meus olhos uma adolescente também fazia a mesma coisa. Seus olhos e sua atenção estavam bem longe dali. Não há mais dúvidas, navegar

no Facebook se tornou uma atividade diária de centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo. Alguns não conseguem sequer passar um dia sem dar uma passadinha por lá.

Devido ao forte impacto que o Facebook está causando às pessoas, pesquisadores começam a se interessar em descobrir o quanto estão envolvidos emocionalmente os usuários do Facebook.

Estudantes de jornalismo da Universidade de Missouri, nos EUA, fizeram um levantamento com mais de 700 estudantes universitários e descobriram que o uso do Facebook pode levar a sintomas de depressão na medida em que a rede social desencadeia sentimentos de inveja entre seus usuários.

Sem dúvida, o Facebook é uma atividade divertida e saudável enquanto os usuários aproveitam o site para ficar conectados com a família, com velhos amigos e partilhar coisas interessantes e importantes de suas vidas.

Por outro lado, se o Facebook é usado para ver o quão bem financeiramente um conhecido está, ou quão feliz um velho amigo está em seu relacionamento ou ainda quantos quilos alguém perdeu, isso podem causar inveja e assim o uso do site pode levar a sentimentos de depressão, constata a pesquisa.

O mesmo estudo descobriu que se os usuários do Facebook sentem inveja das atividades ou estilo de vida de seus amigos na rede social, pois eles são muito mais propensos a relatar sentimentos de desânimo. Mas não se iluda. É de se esperar que muitos usuários postem somente coisas positivas sobre si mesmos, criando uma personagem que está bem distante da realidade. É essa consciência que pode diminuir os sentimentos de inveja e evitar a depressão.

Na Bíblia encontramos diversos textos que falam contra esse sentimento terrível. Salomão disse, em Provérbios 27:4, que “o ódio é cruel e destruidor, mas a inveja é pior ainda.” Foi a inveja que motivou a prisão de Jesus: “Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinha inveja dele” (Mateus 27:18).

Eu não estou contra o uso de qualquer mídia social, mas acho que deve ser usada com moderação. Quando entrar em uma dessas redes, entre com um tempo estabelecido. Se uma ponta de inveja começar a aparecer em seu coração, feche a página imediatamente. Ou caso apareça a vontade de sair criticando alguém, pare o que estava fazendo, avalie o seu próprio coração e vá fazer uma caminhada.

Não permita que essas ferramentas que aproximam pessoas influenciem em sua espiritualidade afastando você de Deus. O conselho bíblico recomenda: “Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros…” (2 Crônicas 20:20).

Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/coluna/rafael-rossi/facebook-depressao-e-inveja/

Nosso Deus é um Deus bom

TEMPO DE REFLETIR 437 – 13 de março de 2015

“Pois o Senhor é bom e o Seu amor leal é eterno; a Sua fidelidade permanece por todas as gerações” (Sl 100:3).

Você é afetado diante da morte de alguém que você ama…

Por que o pesar se prolonga? Porque você está lidando com algo mais do que lembranças: está lidando com amanhãs não vividos. Você não está apenas lutando contra a tristeza: está lutando contra o desapontamento. Também está lutando contra a raiva.

Ela pode estar na superfície. Pode estar no subterrâneo. Pode ser uma chama. Pode ser um maçarico. Mas a raiva vive na casa da tristeza. Raiva de si mesmo. Raiva da vida. Raiva do exército, do hospital ou do sistema rodoviário. Mas, acima de tudo, raiva de Deus. Raiva que assume a forma de uma pergunta de duas palavras: por quê? Por que ele? Por que ela? Por que agora? Por que nós?

Eu e você sabemos que não podemos responder a essa pergunta. Apenas Deus sabe as razoes por trás de seus atos. Mas aqui está uma verdade fundamental sobre a qual podemos nos firmar: nosso Deus é um Deus bom.

“Tu, Senhor, És bom. Bom e justo é o Senhor” (Sl 25:7-8).

“Provem, e vejam como o Senhor é bom” (Sl 34:8).

Deus é um Deus bom. Devemos começar aqui. Ainda que não entendamos Seus atos, podemos confiar em Seu coração. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música:Márcia Layane, “Deus é bom”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13982

Ele está conosco nas tempestades da vida

TEMPO DE REFLETIR 435 – 11 de março de 2015

“Nele temos colocado a nossa esperança de que continuará a livrar-nos, enquanto vocês nos ajudam com as suas orações” (II Coríntios 1:10-11).

O barco se inclinava e era arremessado de um lado para outro. A chuva caía do céu noturno a cântaros. Relâmpagos cortavam a escuridão como espadas de prata. Os ventos golpeavam as velas, deixando o barco dos discípulos, “a considerável distância da terra, fustigado pelas ondas” (Mt 14:24).

Seria essa uma descrição precisa, talvez, do estágio em que você se encontra na vida? Talvez tudo o que precisamos fazer seja substituir alguns substantivos…

No meio de um divórcio, golpeado pela culpa.

No meio de uma dívida, golpeado pelos credores.

Os discípulos lutaram contra a tempestade por nove frias e molhadas horas. Por volta das quatro horas da manhã, o inacreditável aconteceu. Eles viram alguém caminhando sobre a água. “’É um fantasma!’ E gritaram de medo” (Mt 14:26).
Eles não esperavam que Jesus fosse até eles daquela maneira.

Nós também não. Esperamos encontrar Jesus nos devocionais matutinos e na ceia da igreja. Nunca esperamos vê-Lo no meio de um processo legal, da execução de uma hipoteca ou numa guerra. Nunca esperamos vê-Lo numa tempestade. Mas é nas tempestades que Ele realiza Sua obra mais refinada, pois é nas tempestades que Ele tem nossa mais dedicada atenção. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música: Riane Junqueira, “Olhar e confiar”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13975

Nenhuma mancha de pecado

TEMPO DE REFLETIR 433 – 9 de março de 2015

“[Jesus] passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

O que diferenciava Jesus? Quando se trata de Sua pureza de mente, recebemos esta afirmação surpreendente: Cristo “não tinha pecado” (2Co 5:21). Pedro diz que “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em Sua boca” (1Pe 2:22). João viveu próximo dEle por três anos e concluiu: “Nele não há pecado” (1Jo 3:5).

Sua alma era imaculada e impressionante – foi o testemunho daqueles que O conheceram. Seu irmão carnal, Tiago, chamou a Cristo de “o justo” (Tg 5:6). Pilatos não conseguiu encontrar nEle “motivo algum de acusação” (Jo 18:38). Judas admitiu que, ao trair a Cristo, traiu “sangue inocente” (Mt 27:4).

Cristo foi seguido por Seus discípulos, analisado pelas multidões, criticado pela família e investigado pelos inimigos, mas nem uma única pessoa pôde lembrar-se de vê-lo cometer um único pecado. Ele nunca foi visto no lugar errado. Nunca disse uma palavra errada. Jamais agiu da maneira errada. Ele nunca pecou. Não que não tenha sido tentado, é bom destacar. Ele “passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

A luxúria O cortejou. A ganância O atiçou. O poder O chamou. Jesus, porém, foi tentado e resistiu.

Aqueles que mais conheciam a Cristo, falaram que Sua pureza caminhava em uníssono com Sua convicção. E, porque Ele não tinha pecado, Sua mente era imaculada. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música: Rafaela Pinho, “Teu olhar me encontrará”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13964

Eva – Filhas de Deus – #FelizDiaDasMulheres

“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”. Gênesis 3:6

Nossos primeiros pais, se bem que criados inocentes e santos, não foram colocados fora da possibilidade de praticar o mal. Deus os fez como seres morais livres, capazes de apreciar a sabedoria e benignidade de Seu caráter, e a justiça de Suas ordens, e com ampla liberdade de prestar obediência ou recusá-la

Enquanto permanecessem fiéis a Deus, Adão e sua companheira deveriam exercer governo sobre a Terra. Foi lhes dado domínio ilimitado sobre todo ser vivente. O leão e o cordeiro brincavam pacificamente em redor deles, ou deitavam-se aos seus pés. Os ditosos pássaros esvoaçavam ao seu redor, sem temor; e, ao ascenderem seus alegres cantos em louvor ao Criador, Adão e Eva uniam-se a eles em ações de graças ao Pai e ao Filho. […]

Os anjos haviam advertido Eva de que tivesse o cuidado de não se afastar do esposo enquanto se ocupavam com seu trabalho diário no jardim; junto dele estaria em menor perigo de tentação, do que se estivesse sozinha. Mas, absorta em sua aprazível ocupação, inconscientemente se desviou de seu lado. […] Logo se achou a contemplar, com um misto de curiosidade e admiração, a árvore proibida.

Não tivessem Adão e Eva desobedecido ao seu Criador, tivessem eles permanecido no caminho da perfeita retidão, e poderiam ter conhecido e compreendido a Deus.

O que Deus espera das mulheres curiosas é que o desejo de crescer e aprender seja sempre guiado pelos limites que Ele mesmo dispôs (Marcos 12:30,31) O mais importante é aprender a guardar os mandamentos como tu diretriz para estabelecer os limites. Tendo feito isto, podemos sair e explorar o mundo, fazer muitas descobertas com a benção de Deus.

Com ela também aprendemos a superar nossos erros e a continuar vivendo e se preparando para viver eternamente em um mundo livre de pecado e condenações.

Fonte: Filhas de Deus, Ellen White./Daughters of Grace, Trudy J. Morgan-Cole.

Fonte Original: http://www.adventistas.org/pt/mulher/2015/03/06/eva/