Nenhuma mancha de pecado

TEMPO DE REFLETIR 433 – 9 de março de 2015

“[Jesus] passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

O que diferenciava Jesus? Quando se trata de Sua pureza de mente, recebemos esta afirmação surpreendente: Cristo “não tinha pecado” (2Co 5:21). Pedro diz que “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em Sua boca” (1Pe 2:22). João viveu próximo dEle por três anos e concluiu: “Nele não há pecado” (1Jo 3:5).

Sua alma era imaculada e impressionante – foi o testemunho daqueles que O conheceram. Seu irmão carnal, Tiago, chamou a Cristo de “o justo” (Tg 5:6). Pilatos não conseguiu encontrar nEle “motivo algum de acusação” (Jo 18:38). Judas admitiu que, ao trair a Cristo, traiu “sangue inocente” (Mt 27:4).

Cristo foi seguido por Seus discípulos, analisado pelas multidões, criticado pela família e investigado pelos inimigos, mas nem uma única pessoa pôde lembrar-se de vê-lo cometer um único pecado. Ele nunca foi visto no lugar errado. Nunca disse uma palavra errada. Jamais agiu da maneira errada. Ele nunca pecou. Não que não tenha sido tentado, é bom destacar. Ele “passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

A luxúria O cortejou. A ganância O atiçou. O poder O chamou. Jesus, porém, foi tentado e resistiu.

Aqueles que mais conheciam a Cristo, falaram que Sua pureza caminhava em uníssono com Sua convicção. E, porque Ele não tinha pecado, Sua mente era imaculada. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música: Rafaela Pinho, “Teu olhar me encontrará”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13964

Como entender a existência de três pessoas na Divindade, sendo chamadas de um único Deus?

A natureza das três pessoas da Divindade não nos é possível compreender plenamente, mas, pelas evidências escriturísticas, podemos compreender e aceitar Sua existência.

Nossa mente finita não pode entender, mas a Revelação nos diz claramente: “Ouve ó Israel, o Senhor Teu Deus é um único Deus” (Deuteronômio 6:4). Entretanto, se observarmos atentamente as evidências bíblicas, este Deus único é composto de três pessoas distintas.

Apresentaremos, a seguir, uma série de textos sobre as três pessoas da Divindade.

Em Êxodo 3:4 temos a revelação acerca do nome de Deus – “Eu Sou o que Sou”. Normalmente, aceitamos que esse texto está falando de Deus Jeová, o Pai. No entanto, João 8:58 nos diz que os judeus queriam matar Jesus porque Ele disse “EU SOU”. Percebemos aqui que, na verdade, quem se manifestou na sarça ardente (Êxodo 3:4-12) foi Jeová, o Filho. Isso é confirmado pelo relato de Atos, capítulo 7.

Em João 10:30, outra vez os judeus queriam pegar em pedras para matar Jesus. Ele dissera:“Eu e o Pai somos um”. Eles o acusaram de blasfêmia porque Ele se proclamara igual a Jeová, o Pai.

Não entendemos tudo, mas somos chamados a aceitar essa e outras revelações da Palavra – precisamos crer!

Continuando, em 2 Pedro 1:17 nos é declarado que Jesus recebeu de Deus o Pai (Jeová) a honra e a glória quando lhe foi dirigida a voz: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

Aqui temos duas coisas específicas: primeiro, que há uma pessoa chamada Pai; segunda, que Ele é identificado como Jeová (Deus).

Vamos para outras evidências acerca das pessoas da Divindade:

 A Pessoa de Jesus

Em Apocalipse 1:8 lemos: “Eu sou o Alfa e o Ômega (o princípio e o fim), diz o Senhor, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

Quem é esse? Sem dúvida, Deus o Pai.

Examinaremos agora o capítulo 22:7, 13 e 16. “Alfa e Ômega, o princípio e o fim”. Essas expressões são aqui claramente atribuídas a Jesus. Por quê? Porque Ele sendo Deus (Jeová), o Filho também pode assumir esses títulos.

O título “Filho do homem” é atribuído a Jesus (Apocalipse 1:12). Já os versos 17 e 18 fazem referência a esse Filho do homem como o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Jesus, sem dúvida, é Deus (Jeová), o Filho.

Coloquemos lado a lado Isaías 44:6 e Apocalipse 1:17 e 18. Há dois “primeiro e último”, dois “Alfa e Ômega”. É a mesma pessoa falando em distintas ocasiões!

Até este ponto, temos mostrado que há duas pessoas: Pai e Filho e ambas são chamadas de Jeová. Romanos 9:5 é um texto adicional para mostrar que Cristo é “Deus bendito eternamente”.

 A Pessoa do Espírito Santo

Saiamos em busca da terceira pessoa. Há uma terceira pessoa identificada como o Espírito Santo e que também se chama Jeová (Deus).

Em Atos 5, há um texto interessante que nos passa por alto quando lemos apressadamente. Temos ali a história de Ananias e Safira.

Nos versos 3 e 4, lê-se: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da verdade? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Quem é esse Espírito Santo? A resposta está no verso 4: “Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Duas coisas: Pedro apresenta (verso 3) o Espírito Santo como uma pessoa e, no verso 4, reconhece que essa pessoa é Deus (Jeová).

O capítulo 13:1 e 2 de Atos tem mais detalhes. Ali nos diz que o Espírito Santo falou: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado”.

Notemos que o Espírito Santo fala e faz um chamado especial (para serviço) sem qualquer intermediário. Ele fala, decide, escolhe, separa (chama) a quem Ele deseja.

Conclusão: há três pessoas que são chamadas igualmente de Deus ou Jeová.

 Evidências Adicionais:

 Na encarnação – Lucas 1:35 – As três pessoas, em diferentes funções, são mencionadas.

  1. Batismo de Jesus – Mateus 3:16 e 17 – O Pai, o Filho e o Espírito Santo presentes por ocasião do batismo.
  2. A comissão evangélica – Mateus 28:19 – Outra vez encontramos a Trindade na fórmula oferecida para o batismo dos crentes.
  3. Na Ressurreição de Jesus – Atos 3:26; 2 Tessalonicenses 1:10; João 2:19-21 – Temos o Pai e o Filho envolvidos na ressurreição. Para completar o quadro, temos Romanos 8:11. Aqui o Espírito é apresentado como autor da ressurreição de Cristo. Atos 17:31 menciona Deus, o Pai, ressuscitando. O Deus triúno participou na ressurreição de Jesus.
  4. Bênção apostólica – 2 Coríntios 13:13 – Outra vez, o Pai, o Filho e o Espírito Santo atuando em favor da igreja cristã.

 Muito mais poderia ser acrescentado, pois há dezenas e centenas de textos para formar um quadro mais amplo. Em toda a Escritura temos evidência da ação de três Pessoas amorosas, poderosas, oniscientes e onipresentes unidas em um só propósito: salvar Seus filhos e guiá-los para a felicidade eterna.

“Esse é o nosso Deus a quem aguardamos; nele gozaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9). E afinal, não é exatamente isso que esperávamos dEle?

 Pr. Dermival Reis

Fonte: http://esperanca.com.br

Só Jesus subiu ao Céu?

Se Jesus disse que somente ele subiu aos céus, o que dizer de Elias, Moisés e Enoque?
Se Deus não faz acepção de pessoas, por que Ele cura uns e não cura outros?
Enoque está no Céu?
As crianças sofrerão as pragas mencionadas no Apocalipse?
Haverá distinção sexual no Céu?
Em Atos 19:12 objetos são usados para curar pessoas, como explicar isso?
Qual casamento é válido diante de Deus, o civil ou religioso?
Miguel realmente é Jesus?
O sábado foi instituído somente na criação ou ele sempre existiu e todos o guardam?
A prática da unção com óleo ainda é válida?
MOMENTO DA MENTIRA – Devemos orar pelos mortos?
O que acontece com a alma após a morte?
Por que a blasfêmia contra o Espírito Santo não tem perdão?
Deus faz revelações para trazer sofrimentos?

Exibido em 27/01/2015

Fonte: http://novotempo.com/namiradaverdade

Estilo de Vida e Conduta Cristã

Conheça um pouco sobre o Estilo de Vida e Conduta Cristã da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Aprende sobre nossas origens, costumes, código de conduta, preceitos e acima de tudo, como utilizamos a Bíblia para sermos o mais parecido com o de Cristo possível.

Veja os resumos da Série:

01 de 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/30/a-base-historica-do-estilo-de-vida-adventista/

02 de 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/31/a-cultura-dos-amish-0206/

03 de 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/31/contexto-historico-do-estilo-de-vida-adventista-0306/

04 de 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/31/evitando-a-percepcao-de-classe-0406/

05 de 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/31/como-definir-nosso-estilo-de-vida-0506/

06 – 06 – https://iasdcachoeiradaonca.wordpress.com/2015/01/31/1866-resolucoes-sobre-vestuario-0606/

Deus abençoe sua vida!

Oro por você

Ó Deus, ajuda-me a discernir a Tua verdade. Quero ouvir a Tua voz a guiar-me pelos caminhos que traçaste para mim. Quando eu resistir a encontrar tempo para estar diante de Ti, faz-me enxergar a verdadeira prioridade em minha vida. Ajuda-me a sempre buscar-Te em primeiro lugar. Obrigado, meu Deus, porque És compassivo, amoroso e misericordioso. Que eu aja assim com o meu próximo e com todas as pessoas que encontrar, hoje, em meu caminho. Em nome de Jesus, amém!

Faça seu pedido de oração em http://oroporvoce.com/

Doutrina do Sábado: uma vacina contra o legalismo

“Sou cristã e, ao ler a Bíblia, percebo que Jesus Cristo não veio para anular nenhum dos mandamentos de Deus. Porém, fico confusa quando leio que os discípulos trabalhavam aos sábados. Ajude-me a solucionar essa aparente contradição […]”.

Realmente, Jesus não aboliu a Lei e os Profetas (Mt 5:17-19). Todavia, como entender o trabalho dEles aos sábados?

A resposta está no tipo de trabalho que eles realizavam. O mesmo era evangelístico (Jo 5:17) e lícito aos sábados (Mt 12:12). Tudo o que tinha a ver com a cura e alívio do sofrimento fazia parte do “trabalho” a ser feito (Mc 2:27) no “dia do Senhor” (Mt 12:8; Mc 2:28), bem como nos demais dias.

Todavia, as atividades seculares não eram feitas. Elas eram proibidas pelo mandamento (Êx 20:8-11). Por exemplo, Jesus, ao invés de estar na carpintaria no dia de sábado, se encontrava na Sinagoga (Lc 4:16). Paulo, ao invés de construir tendas (At 18:1-3), também se dedicava à adoração a Deus, mesmo estando em território pagão (At 16:13; 17:2, etc.).

Perceba que é vital diferenciarmos a natureza do trabalho, para que a questão não se apresente diante de nós como contraditória. Quando compreendemos também que Jesus nunca foi contra a observância do mandamento (veja-se Jo 15:10) e sim contra a maneira legalista de observá-lo (ver Mt 12:1-8; Mc 2:23-28; Lc 6:1-5; Mt 12:9-13; Mc 3:1-5; Lc 6:6-10; Jo 5:1-17), temos mais certeza ainda da validade do preceito para nossos dias (ler Rm 7:12; 3:31). O Salvador se opôs não ao 4º mandamento em si, mas ao abuso que os fariseus cometiam ao ensiná-lo às pessoas.

É importante destacar mais alguns pontos para nossa reflexão:

1. A salvação é unicamente pela graça de Jesus (Ef 2:8, 9) e a alcançamos pela fé nEle (Jo 3:16, 36; Rm 5:1), independente de obras (Gl 2:21). É um presente e, por presentes, não pagamos (cf. Rm 11:5, 6).

2. Desse modo, a observância do sábado, longe de “nos dar direito a alguma coisa”, é uma expressão de nossa adoração a Deus, daquela mudança que a graça tem efetuado em nossa vida (Ef 2:10; Ez 20:12, 20).

Segundo Ezequiel 20:12, 20, 21, a guarda do sábado é um lembrete  de que O SENHOR NOS SANTIFICA, não nós mesmos, por meio de nossa obras imperfeitas  (cf. Is 64:9)

Portanto, o mandamento é um lembrete tanto da atividade criadora de Deus (Êx 20:8-11) quanto de Sua graça, pois, nos ensina que não podemos ser pessoas melhores sem a ajuda dEle (compare Ezequiel 20:12, 20 com Rm 2:4).

3. Deus convida Seus filhos para O adorarem todos os dias (At 2:46, 47), especialmente no sétimo dia da semana (compare Êx 20:11 com Ap 14:7). Por isso, nós adventistas cremos que faz parte da pregação do evangelho restaurar a adoração original Àquele Deus que nos salva e santifica (Ap 14:6, 7). E essa adoração inclui a observância do sétimo dia, estabelecido desde o Éden, num mundo sem pecado (Gn 2:1-3) pelo generoso e benevolente Deus.

Afinal, “o sábado, ao chamar a atenção para a atividade criadora e recriadora de Deus, revela Sua generosidade” (Kenneth A. Strand em “O Sábado”. Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, vol. 9 [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011], p. 567).

Espero que essas breves considerações tenham lhe ajudado em sua análise do tema, amigo (a) leitor (a). Recomendo a leitura do livro O Sábado na Bíblia: Por que Deus faz questão de um dia, de Alberto R. Timm. Pode ser adquirido com a Casa Publicadora Brasileira pelo site www.cpb.com.br

Há ótimos materiais em inglês que também podem lhe ajudar a fazer um estudo profundo sobre o assunto. Uma dessas obras se intitula The Sabbath in Scripture and History (O Sábado na Escritura e na História). Foi editada por Kenneth A. Strand e publicada pela Review And Herald Publishing Association em 1982.

Deixo-lhe alguns textos bíblicos para sua reflexão:

“Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que EU SOU O SENHOR QUE OS SANTIFICA.” (Ez 20:12)

“Se vocês guardarem o meu sábado, sem correrem atrás de lucros e divertimentos no meu dia santo, se vocês tiverem verdadeiro prazer no meu descanso e disserem: ‘Este é o santo dia do Senhor!’, se vocês honrarem o Senhor em tudo o que fizerem, não procurando fazer sua própria vontade, nem falarem o que não presta, então o Senhor será a sua alegria! Eu mesmo os ajudarei a vencer todas as dificuldades e ter vitória e glória na terra. Vocês receberão todas as bênçãos que eu prometi a Jacó, seu pai. Eu, o Senhor, falei” (Is 58:13, 14, Nova Bíblia Viva).

Deus lhe abençoe ricamente e tenha um feliz sábado!

Fonte: http://novotempo.com/namiradaverdade