Vídeo esclarece princípios de modéstia de adventistas

Brasília, DF… [ASN] Você já parou para pensar que a maneira de se vestir e se apresentar pode dizer aos outros sobre o caráter sem que se pronuncie nenhuma palavra? Neste episódio da série Falando de Esperança, o pastor Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista para oito países da América do Sul, esclarece biblicamente a postura dos adventistas em relação ao modo de se vestir e como isso está relacionado com o testemunho pessoal.

Em um trecho do vídeo, ele destaca alguns pontos em relação ao tema. “De acordo com a mensagem bíblica, o cristão deve usar de modéstia, decência, bom senso e evitar a sensualidade provocativa que é tão comum na atualidade como reflexo das tendências da moda. Ostentação não combina com cristianismo bíblico”, pontua.

Veja abaixo o episódio completo e saiba mais sobre o assunto. [Equipe ASN, da redação]

Fonte: http://noticias.adventistas.org/

Como entender a existência de três pessoas na Divindade, sendo chamadas de um único Deus?

A natureza das três pessoas da Divindade não nos é possível compreender plenamente, mas, pelas evidências escriturísticas, podemos compreender e aceitar Sua existência.

Nossa mente finita não pode entender, mas a Revelação nos diz claramente: “Ouve ó Israel, o Senhor Teu Deus é um único Deus” (Deuteronômio 6:4). Entretanto, se observarmos atentamente as evidências bíblicas, este Deus único é composto de três pessoas distintas.

Apresentaremos, a seguir, uma série de textos sobre as três pessoas da Divindade.

Em Êxodo 3:4 temos a revelação acerca do nome de Deus – “Eu Sou o que Sou”. Normalmente, aceitamos que esse texto está falando de Deus Jeová, o Pai. No entanto, João 8:58 nos diz que os judeus queriam matar Jesus porque Ele disse “EU SOU”. Percebemos aqui que, na verdade, quem se manifestou na sarça ardente (Êxodo 3:4-12) foi Jeová, o Filho. Isso é confirmado pelo relato de Atos, capítulo 7.

Em João 10:30, outra vez os judeus queriam pegar em pedras para matar Jesus. Ele dissera:“Eu e o Pai somos um”. Eles o acusaram de blasfêmia porque Ele se proclamara igual a Jeová, o Pai.

Não entendemos tudo, mas somos chamados a aceitar essa e outras revelações da Palavra – precisamos crer!

Continuando, em 2 Pedro 1:17 nos é declarado que Jesus recebeu de Deus o Pai (Jeová) a honra e a glória quando lhe foi dirigida a voz: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

Aqui temos duas coisas específicas: primeiro, que há uma pessoa chamada Pai; segunda, que Ele é identificado como Jeová (Deus).

Vamos para outras evidências acerca das pessoas da Divindade:

 A Pessoa de Jesus

Em Apocalipse 1:8 lemos: “Eu sou o Alfa e o Ômega (o princípio e o fim), diz o Senhor, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

Quem é esse? Sem dúvida, Deus o Pai.

Examinaremos agora o capítulo 22:7, 13 e 16. “Alfa e Ômega, o princípio e o fim”. Essas expressões são aqui claramente atribuídas a Jesus. Por quê? Porque Ele sendo Deus (Jeová), o Filho também pode assumir esses títulos.

O título “Filho do homem” é atribuído a Jesus (Apocalipse 1:12). Já os versos 17 e 18 fazem referência a esse Filho do homem como o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Jesus, sem dúvida, é Deus (Jeová), o Filho.

Coloquemos lado a lado Isaías 44:6 e Apocalipse 1:17 e 18. Há dois “primeiro e último”, dois “Alfa e Ômega”. É a mesma pessoa falando em distintas ocasiões!

Até este ponto, temos mostrado que há duas pessoas: Pai e Filho e ambas são chamadas de Jeová. Romanos 9:5 é um texto adicional para mostrar que Cristo é “Deus bendito eternamente”.

 A Pessoa do Espírito Santo

Saiamos em busca da terceira pessoa. Há uma terceira pessoa identificada como o Espírito Santo e que também se chama Jeová (Deus).

Em Atos 5, há um texto interessante que nos passa por alto quando lemos apressadamente. Temos ali a história de Ananias e Safira.

Nos versos 3 e 4, lê-se: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da verdade? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Quem é esse Espírito Santo? A resposta está no verso 4: “Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Duas coisas: Pedro apresenta (verso 3) o Espírito Santo como uma pessoa e, no verso 4, reconhece que essa pessoa é Deus (Jeová).

O capítulo 13:1 e 2 de Atos tem mais detalhes. Ali nos diz que o Espírito Santo falou: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado”.

Notemos que o Espírito Santo fala e faz um chamado especial (para serviço) sem qualquer intermediário. Ele fala, decide, escolhe, separa (chama) a quem Ele deseja.

Conclusão: há três pessoas que são chamadas igualmente de Deus ou Jeová.

 Evidências Adicionais:

 Na encarnação – Lucas 1:35 – As três pessoas, em diferentes funções, são mencionadas.

  1. Batismo de Jesus – Mateus 3:16 e 17 – O Pai, o Filho e o Espírito Santo presentes por ocasião do batismo.
  2. A comissão evangélica – Mateus 28:19 – Outra vez encontramos a Trindade na fórmula oferecida para o batismo dos crentes.
  3. Na Ressurreição de Jesus – Atos 3:26; 2 Tessalonicenses 1:10; João 2:19-21 – Temos o Pai e o Filho envolvidos na ressurreição. Para completar o quadro, temos Romanos 8:11. Aqui o Espírito é apresentado como autor da ressurreição de Cristo. Atos 17:31 menciona Deus, o Pai, ressuscitando. O Deus triúno participou na ressurreição de Jesus.
  4. Bênção apostólica – 2 Coríntios 13:13 – Outra vez, o Pai, o Filho e o Espírito Santo atuando em favor da igreja cristã.

 Muito mais poderia ser acrescentado, pois há dezenas e centenas de textos para formar um quadro mais amplo. Em toda a Escritura temos evidência da ação de três Pessoas amorosas, poderosas, oniscientes e onipresentes unidas em um só propósito: salvar Seus filhos e guiá-los para a felicidade eterna.

“Esse é o nosso Deus a quem aguardamos; nele gozaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9). E afinal, não é exatamente isso que esperávamos dEle?

 Pr. Dermival Reis

Fonte: http://esperanca.com.br

Estilo de vida saudável pode diminuir risco de doenças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nessa segunda-feira, 19 de janeiro, um relatório global sobre as chamadas doenças não transmissíveis de 2014 com dados impressionantes. Um deles diz que, por ano, 38 milhões de pessoas no mundo perdem a vida por conta de enfermidades como doenças cardiovasculares, cânceres, doenças crônicas respiratórias e diabetes. Conforme as estatísticas da OMS, grande parte das mortes por esse tipo de doenças ocorre de maneira prematura (antes dos 70 anos de idade) e é evitável. Em 2012, pelo menos 42% dessas mortes não precisariam ter ocorrido.

De acordo com o relatório do órgão internacional, mortes prematuras decorrentes de doenças não transmissíveis podem ser reduzidas por meio de políticas sociais que envolvem diminuição da produção de tabaco, redução do uso do álcool, eliminação de dietas não saudáveis e combate à inatividade física. A meta da OMS é baixar em 25% essa taxa de mortes prematuras até 2025 com o estímulo a essas ações governamentais.

Estilo de vida

Quando se fala de fatores de risco, no entanto, é possível compreender que um estilo de vida saudável é responsável imediato pela prevenção. Vai além, portanto, de políticas públicas e tem muito a ver com uma conscientização individual. A OMS informa, por exemplo, que cerca de 3 milhões e 200 mil mortes anuais podem ser atribuídas à insuficiente atividade física. Outro exemplo vem a partir da alimentação. Dados de 2010 indicam que 1 milhão e 700 mil mortes anuais por causas cardiovasculares estão associadas ao consumo excessivo de sal.

Os adventistas do sétimo dia, grupo religioso cristão, propõem, esse ano, a distribuição de quase 22 milhões de exemplares do livro Viva com Esperança   (download grátis do livro em http://vivacomesperanca.com.br) que ajuda justamente a conscientizar sobre os hábitos que podem reduzir esses índices. Ações práticas de saúde preventiva também devem acontecer ao longo do ano promovidas pelos 2 milhões e meio de membros da denominação, especialmente no mês de maio.

O projeto Viva com Esperança deverá associar a prevenção de saúde com a espiritualidade. Tanto que o próprio livro foi organizado por um médico, o cardiologista Peter Landless, e pelo pastor Mark Finley. Segundo os autores, é impossível separar a natureza espiritual da fisiológica do ser humano. A respeito do livro, o prefácio vai justamente ao encontro do que as estatísticas da OMS apontam: “ao caminhar por estas páginas e refletir sobre sua saúde, você reconhecerá que, para alcançar a felicidade total, provavelmente precisará fazer ajustes na direção de sua vida”.

[Equipe ASN, da Redação]

Fonte: http://esperanca.com.br

Traços do Reino: #Crença

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“[…] antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (1Pe 3:15, NVI)

Infelizmente, pode-se considerar como um fato, evidente e palpável, que boa parte da cristandade atual caiu na grande armadilha de conferir mais valor a uma “causa cristã” do que a uma “fé cristã”. Criou-se uma espécie de “ignorância santa” que procura auto-afirmar-se através de argumentos irrelevantes provenientes de seres completamente vazios. Fala-se a respeito de sentimentos, moralidade, humanismo, bênçãos, prosperidade ou exclusividade denominacional, mas nunca, de fato, da Bíblia e da fé cristã. O maior pecado do cristianismo tem sido a não-reflexão; a falta de valorização da vida interior. Contemplamos um cristianismo quase que sensual, que segue imagens, artes visuais, música “gospel” e que negligencia o estudo e o discipulado piedoso (CRAIG, 2011). A fé não provem mais do “ouvir a mensagem da palavra” (Rm 10:17, NVI), antes, configura-se uma religião incapaz de fazer uma ponte entre sua vida e sua crença. Estão impossibilitados de dar “a razão da esperança” que rege a fé cristã (1Pe 3:15); conduzem-se através de achismos infundados e a isso chamam “verdade”. Glorificam o cristianismo e não a Deus. Fundamentam-se em nada.

CRAIG, W. L. O iminente colapso evangélico. 10 jan. 2011. Disponível em <bit.ly/ym4IZw>. Acesso em: 26 fev. 2012.

Fonte: http://tracosdoreino.com.br/2012/03/tracos-do-reino-crenca/

DVD A Última Esperança – Pr.Luís Gonçalves

Assista ao vídeo de promoção da Série “A Última Esperança”, baseada nas 7 igrejas do Apocalipse com Pr. Luís Gonçalves da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Gravada em países do oriente médio, Europa e América do Norte. 

Na Internet você tem acesso a 2 episódios extras.

Assista e compartilhe.

Destruições naturais ou provocadas?

terremoto-300x225 A crise ambiental está na pauta mundial nos últimos anos. Não apenas por causa do propagado aquecimento global que seria ou será, dependendo da ótica científica, fator de destruição gradativa e progressiva do planeta em que vivemos. Mas a ocorrência de diversas situações de desequilíbrio climático, em média e grandes proporções, em diferentes pontos do globo tem preocupado as autoridades. No final de ano, grandes nevascas assolaram os países localizados no Hemisfério Norte como os Estados Unidos, Canadá e várias nações europeias, enquanto no Brasil, por exemplo, as chuvas intensas são responsáveis por destruições permanentes. Tenho lido que especialistas em meteorologia concordam que tem chovido, além do normal, em vários estados brasileiros, e os resultados são vistos: enchentes em São Paulo, Minas Gerais, fortes ventanias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul e agora deslizamentos graves no Rio de Janeiro. O saldo tem sido o de vários mortos, muitos feridos e um grande número de pessoas desabrigadas ou desalojadas. Em 2009, foram registrados 245 desastres naturais, abaixo da cifra mais alta da década, de 434 ocorrências em 2005, conforme informou a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas. Dos 245 desastres, 224 estavam relacionados com o clima e causaram cerca de 7.000 das 8.900 mortes, segundo dados preliminares.

Mas qual a relação desse panorama desanimador e a vida de um cristão? Os cristãos têm compromisso com a preservação deste planeta de alguma maneira e poderiam estar sendo, também, omissos nesse papel? Estima-se que, na capital paulista, pelo menos 70% dos alagamentos aconteça por entupimento de bueiros com lixo. O mesmo deve ocorrer em outras cidades.

Curioso é perceber o direcionamento bíblico para o conceito de que o ser humano é responsável pela administração do que foi criado por Deus. Inclusive por seu próprio organismo. Comecemos pelo período imediatamente após o ato criador. Após criar o homem, é dito que Deus, no versículo 28 do primeiro capítulo de Gênesis, deu a seguinte recomendação a Adão e Eva: “…dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Almeida, Edição Contemporânea). A palavra dominar indica um controle e um gerenciamento em relação à natureza. E gerenciar implica não destruir, nem esgotar os recursos naturais disponíveis e muito menos retirar sem repor. É, em última instância, a tarefa de cuidar. Semelhante orientação foi dada, após a ocorrência do Dilúvio bíblico, para Noé e sua família. No capítulo 9 de Gênesis, há a afirmação de que tudo o que foi criado seria entregue em suas mãos.

Em outros trechos, sobretudo no Antigo Testamento, quando há uma explícita apresentação de normas e recomendações úteis ao povo de Israel em sua trajetória rumo às terras de Canaã, é possível reconhecer a preocupação divina com o meio ambiente. São menções quanto ao descanso da terra (Levítico 25), às queimadas (Êxodo 22:6), à proteção geral de animais (Êxodo 21:33,34), ao cuidado com árvores frutíferas em determinadas situações (Deuteronômio 20:19,20) e mesmo assinalada repreensão contra a crueldade praticada contra animais (Provérbios 12:10).

A base de todo esse cuidado de Deus com respeito à natureza parece estar em Salmos 24:1. Diz a versão bíblica que “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam” (Almeida, Edição Contemporânea). O princípio é o mesmo que observado com referência ao cuidado com o corpo, a mente, com os recursos financeiros e com o tempo. Deus é o legítimo proprietário de tudo, portanto deu a oportunidade ao ser humano de fazer a administração de tudo o que há. A boa administração, logicamente, resulta em bons resultados e, o contrário, da mesma forma.

Parece que, independente do que as pesquisas têm demonstrado, a administração dos recursos naturais tem se mostrado, de modo geral, a pior possível. O lixo produzido por uma vida absurdamente consumista e descartável da maioria das pessoas não encontra mais vazão e polui todos os mananciais de água possíveis, inclusive os mais profundos. A emissão de gases poluentes é uma realidade em uma sociedade na qual os indivíduos consomem, cada vez mais, máquinas movidas a fontes combustíveis. A falta de reposição equilibrada do que é velozmente sugado da terra (árvores, água, nutrientes, etc) se transformou em um hábito irresponsável em grandes dimensões.

Há movimentos para redução disso, mas são ínfimas as mudanças significativas. Mesmo assim, os cristãos, de acordo com a Bíblia, não têm o direito de cruzar os braços diante disso. Pode haver a impressão de que, por estarem com foco em uma nova terra, de vida eterna e erradicação completa do pecado e suas consequências, os cristãos estariam livres de cuidar do meio ambiente. Tal pensamento não se coaduna com a Bíblia, já que o pedido de Deus é que, enquanto habitam a terra, os humanos convivam da maneira mais ambientalmente harmoniosa com os demais seres. No livro de Apocalipse, no trecho que apresenta as características do período descrito como sétima trombeta, e que muitos estudiosos creem ser o tempo final e o imediato retorno de Cristo a este mundo, uma advertência solene chama a atenção. No capítulo 11 e versículo 18 é dito que “iraram-se as nações, então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos, e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Almeida, Edição Contemporânea). Os que perseguem os verdadeiros adoradores de Deus e, por conseguinte, deram sua enorme parcela de contribuição para a destruição do mundo natural, receberão a retribuição final ao que buscaram.

A Bíblia não se omite em relação ao meio ambiente. Pelo contrário, declara que os que se consideram cristãos possuem uma responsabilidade ainda hoje no planeta em que habitam. É verdade que aspiram a uma terra eterna, sem desmatamentos, poluição, consumismo desequilibrado e desordem do ecossistema, mas sem se esquecer da realidade em que vivem.

Autor: Felipe Lemos

Fonte: http://www.esperanca.com.br/destaques/destruicoes-naturais-ou-provocadas/

Esperanca para 10 milhoes de pessoas

10000000 No dia 24 de março haverá uma grande mobilização em toda América do Sul para a distribuição do livro A Grande Esperança. Na Internet esse movimento já começou. O desafio é oferecer para  10 milhões de internautas a oportunidade de ler ou ouvir o livro na Internet.

Para isso precisamos apenas  compartilhar diariamente com nossos amigos o link: www.esperanca.com.br .

Cada dia mais pessoas procuram na internet a resposta e solução para seus problemas. Muitas delas estão tristes, desesperadas, depressivas, doentes e angustiadas. Deus tem compaixão desses Seus filhos e quer alcança-los. Permita que Ele use seu clique, seu e-mail e sua influência nas redes sociais para levar esperança para quem precisa.

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