Como posso desenvolver a fé?

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TEMPO DE REFLETIR 415 – 19 de fevereiro de 2015

“O homem creu na palavra de Jesus e partiu” (João 4:50).

Com muita frequência ouvimos pessoas dizendo: “Minha fé é muito fraca. Não sei se Deus ouve minhas orações ou não. Como posso desenvolver a fé? O que posso fazer para que ela cresça?”

E quanto a você? Realmente acreditamos que Jesus fará as coisas que promete fazer por nós? Você aceita as promessas dEle de perdoar seus pecados e guia-lo diariamente? Você é como o homem de fé no evangelho de João, o qual “creu na palavra de Jesus e partiu”?

Leia a história do oficial em João 4. Ele rogou para que Jesus fosse à sua casa e lhe curasse o filho à beira da morte. Jesus lhe disse: “Vai… teu filho vive” (4:50). O homem acreditou e voltou para casa. Quando chegou, no dia seguinte, soube que na hora exata em que Jesus lhe havia falado, desfizera-se o pode letal da febre que atacava seu filho. Cristo havia honrado sua fé.

Como podemos desenvolver o mesmo tipo de fé: A Bíblia revela vários segredos para aumentar nossa fé. Primeiro, peça a Jesus, como os discípulos fizeram: “Aumenta-nos a fé” (Lc 17:5). Segundo, a fé é um dom (ver 1Co 12:7-9), e ao orarmos por mais fé, e depois agirmos com base nessa fé, receberemos mais fé. Terceiro, fortaleceremos nossa fé ao aprender a confiar não em nossa própria fé, mas no poder de Deus (1Jo 5:14 e 15). Quarto, outro segredo é alimentar-nos da Palavra de Deus como forma de incrementar nossa fé (Rm 10:17). Quinto, os apóstolos fortaleceram sua fé ao considera-la invencível (1Jo 5:4) e andar no caminho da obediência. Sexto, obtemos fé mais robusta quando, após fervorosa oração, recebemos as coisas que pedimos (1Jo 5:14 e 15).

A vida presente é na verdade uma escola da fé. Pedimos de Deus coisas maiores e ainda maiores, e depois O honramos confiando nEle. Lembre-se: exercer fé é vital, pois a fé em Jesus, nosso Salvador crucificado e ressurreto, é a chave para a vida eterna (Jo 3:14 e 15). Devemos falar de fé, viver a fé e agir pela fé. Nunca fale de desânimo, mas de esperança e vitória. Continuamos olhando para cima, avançando sempre pela fé.


Ficha Técnica:
-> Texto: H.M.S. Richards Jr
-> Música: Pryscilla Just, “Minha fé está bem firmada”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13903

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Dom de cura: como saber se é de Deus ou não?

A Palavra de Deus apresenta o dom da cura como sendo uma possibilidade de Deus e de Satanás. Jesus realizou muitos milagres de cura. Pedro, após ter alcançado a cura do coxo junto à porta chamada Formosa, afirmou claramente que aquele ato foi realizado pelo poder de Cristo Jesus e não pela sua capacidade (Atos 3:12-16).

Assim, em toda a Escritura, a possibilidade de cura é alcançada pelo poder de Deus. Os instrumentos usados para tal milagre podem ser profetas, apóstolos ou alguém designado por Deus. A ciência e os médicos também podem ser usados hoje como instrumentos nas mãos de Deus para a operação de curas. As Escrituras não limitam a possibilidade de cura a uma determinada época ou período. Os milagres dão evidência do poder de Deus, mas não nos esqueçamos da contrafação satânica. Vejamos como isso acontece.

O apóstolo Paulo descreve a ação fraudulenta de Satanás em 2 Coríntios 11:13-15. Ele se disfarça em anjo de luz e assim também os seus apóstolos. O livro do Apocalipse apresenta os sinais e maravilhas da besta que representa Satanás e o Anticristo (Apocalipse 13:13 e 14, 16:13 e 14). Em seu sermão profético, Jesus evidencia a ação devastadora dos falsos Cristos e falsos profetas enganando até os escolhidos (Mateus 24:24).

Em Mateus 7:22,23 Jesus relata a decepção que muitos supostos cristãos experimentarão, por ocasião da Sua volta. Segundo este relato, alguns expulsaram demônios, outros profetizaram e outros fizeram muitos “milagres”. Mas para o horror deles, Jesus dirá: “Apartai-vos de Mim, não vos conheço”.

Como saber se a cura foi efetuada por Deus ou Satanás?

O próprio Jesus responde (Mateus 7:21-23). A cura dá evidências da ação de um poder satânico ou divino. Ninguém deve acreditar num pregador ou apóstolo só porque realiza milagres. Se a sua vida e os seus ensinos não estiverem de acordo com a doutrina bíblica de nada servirão tais milagres (Isaías 8:19 e 20). A cura não prova a verdade e sim a verdade (bíblica) é que prova a cura.

Há inúmeras religiões que falam muito de fé, mas se não houver cura, se não houver enriquecimento, não há motivação para seguir a Cristo. Será isto fé ou barganha? Se não houver compensação não há relacionamento? O apóstolo Paulo pediu para Deus curá-lo de sua enfermidade, mas Deus não o curou. Quer dizer então que o apóstolo Paulo não tinha fé? Cristo disse que seria melhor perder um olho, um braço ou a própria vida, do que perder a vida eterna. Em Isaias 35:5 e 6 o profeta fala do tempo quando Deus virá restaurar a Terra, então os cegos, coxos, mudos e surdos serão curados pelo poder do Seu amor. Portanto, Deus nunca prometeu curar todos os que acreditam nEle, mas prometeu levá-los para o Seu lar onde não haverá mais morte nem dor (Apocalipse 21:1-4).

Nos primórdios da era cristã, Deus deu à igreja o dom da cura e outros dons, para dar crédito à pregação das boas-novas da salvação provida por um Deus que foi morto por simples mortais. Isto naquela época era loucura para os incrédulos. Os dons dados à Igreja eram para ser evidências do poder de Deus na vida de Seus humildes servos.

Note que a ênfase da pregação do evangelho que revolucionou o mundo não era baseada no dom da cura, mas no amor de Jesus demonstrado na cruz do calvário. Será que não havia doentes naquele tempo? Com certeza muitos! Mas os discípulos jamais usaram a cura como um meio de propagar suas crenças. As pessoas não estavam interessadas na cura, mas na nova vida oferecida por Cristo.

Satanás tem deturpado tudo o que Deus criou para a felicidade eterna do homem: o sexo, a música, a dança, os divertimentos, os alimentos, os dons espirituais, etc… Tanto é que Cristo advertiu-nos a respeito dos falsos cristos, falsos profetas, falsos milagres, etc. Hoje há muita exploração comercial e espiritual em torno das curas, onde se vê charlatanismo, truques baratos, autossugestão, e manifestações demoníacas. Graças a Deus que nossa salvação não depende de curas e milagres, mas sim da pessoa de Jesus. Ele é o único nome para a nossa salvação (Atos 4:12). Cremos que Jesus pode e realiza milagres e curas maravilhosas, mas não é por isso que cremos nEle. Cremos nEle porque na cruz Ele demonstrou ser o nosso amorável Salvador!

Cremos que a atitude mais correta é seguir os conselhos da Palavra de Deus, onde com segurança encontramos luz para o nosso caminho durante a jornada neste mundo coberto pelas trevas do egoísmo. A Bíblia diz: “Examinai tudo e retende o que é bom; Nem todo o que diz Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Meu pai”.

Fonte: http://esperanca.com.br

50 mil orações respondidas

George Muller (foto) foi um homem de oração. Construiu vários orfanatos e sustentou milhares de órfãos sem pedir nada para ninguém. Apenas para Deus. Tinha calos nos joelhos. Leu a Bíblia mais de 100 vezes.

Anos atrás li um dos muitos livros que contam relatos impressionantes de respostas às orações. O título já é sugestivo: “50 mil orações respondidas”. Muller registrava, como um cuidadoso contabilista, o dia do pedido e a data da resposta recebida de Deus.

Todo esse ministério de serviço voluntário foi desenvolvido na Inglaterra, porém Muller nasceu na Prússia, em 1805. Convertido, depois de anos de devassidão e pecado, mereceria um lugar na galeria dos homens da fé, em Hebreus 11.

Entre tanta coisa que existe sobre a vida deste homem de Deus (eu sou um fã dele e já vivi algumas experiências parecidas – ah, também nascemos no mesmo dia, 27 de setembro), deixou cinco condições para uma oração eficaz:

1 – Plena dependência nos méritos e mediação do Senhor Jesus Cristo – a única base do recebimento das bênçãos de Deus.

2 – Separação de todo pecado conhecido; se atentarmos à iniqüidade nos nossos corações, o Senhor não nos ouvirá, pois tal seria aprovar o pecado.

3 – A fé na Palavra de Deus, confirmada pelo seu juramento; não crer nEle, seria fazê-lo mentiroso e perjuro.

4 – Pedir segundo a vontade de Deus; precisamos ter motivos puros, não apenas buscar alguma coisa de Deus para despendê-la nas nossas cobiças.

5 – A insistência em suplicar, esperando em Deus e por Ele, como o lavrador espera o precioso fruto da terra.

George Muller praticava continuamente a oração intercessora. Orava pelos amigos, pelos não convertidos, por aqueles que estavam distantes do Senhor. Certa feita orou pela conversão dos  três filhos de um amigo. Depois de 10 anos o primeiro converteu-se. Continuou orando pelos outros dois. Quase dez anos depois o segundo aceitou Jesus. Persistiu orando pelo terceiro. Este se converteu pouco tempo depois da morte de Muller.

E você? Tem feito da oração a “respiração da alma”? Escolha três amigos (ou inimigos!) e comece a orar por eles. Aliás, tem um projeto novo começando na internet chamado Oro Por Você. Uma agenda virtual de oração onde você pode registrar seus pedidos, agradecimentos, orar pelos outros e receber orações.

Siga aí as dicas de George Muller. Mantenha sintonia constante com o Rei do Universo. Ele tem prazer em responder!
(Amilton Menezes)

Fonte: http://oroporvoce.com/blog

Talhos contra a dúvida

Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os Santifica. Ezequiel 20:12

O pastor Mário Veloso, no livro Conversando com Deus (Meditações Diárias), conta a seguinte história: na cidade de São Paulo, havia um irmão adventista que vendia as melhores laranjas do mercado. Entre seus clientes estava o padre da paróquia. Na maioria das vezes, seus diálogos eram centrados no afã do pároco para convencer o irmão sabatista, tentando levá-lo a desistir da doutrina do quarto mandamento. Frequentemente o padre argumentava: “Por que você fecha seu box nas sextas-feitas à tarde? Você bem sabe que no sábado, o número de compradores é dobrado.” Devido à sua fé, o fiel comerciante havia pedido a seus fregueses que comprassem porção dobrada de laranjas nas sextas-férias. Certa ocasião, o clérigo chegou ao mercado certo de que dessa vez teria êxito em sua investida. Ele disse: “Hoje vou convencer você de que o sábado é tão comum como os demais dias da semana.”
Como ilustração, pegou sete laranjas de forma e tamanhos iguais e disse: “Vamos supor que cada laranja represente um dia da semana: esta será o domingo, a seguinte, segunda-feira… e esta o Sábado”, prosseguiu. “Olhe bem para a laranja que representa o Sábado”. O irmão concordou. De repente, o sacerdote misturou as laranjas e nosso irmão ficou, inicialmente, preocupado e confuso, não sabendo como identificar a laranja que representava o sábado. Mas raciocinou e perguntou: “Padre, o senhor poderia repetir a ilustração?”
Ele aceitou e mais uma vez fez a ilustração. “Observe com cuidado a laranja que representa o sábado.” Antes que o padre as misturasse novamente, o irmão pegou uma faca e, tomando a laranja que simbolizava o dia de repouso, declarou: “Abençoou Deus o dia sétimo [e fez um corte na laranja], e o santificou [fez outro corte], porque nele descansou [fez um terceiro corte].” Então concluiu: “Agora, padre, o senhor pode misturar como desejar as laranjas que eu sempre saberei qual é o dia de repouso.”

Querido irmão, desconheço sua situação neste momento em que lê esta meditação, mas lembre-se do texto de hoje. Leia-o tantas vezes quanto forem necessárias e, quando estiver convencido pela influência do Espírito Santo, não importa o que aconteça, você sempre saberá qual é o dia Santo do Senhor.

Júlio César Álava
Distrito Missionário Quevedo, União Equatoriana

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O exemplo do crente

renuncia-do-eu Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente. Tito 2:11, 12.

Temos uma grande obra para fazer, se quisermos herdar a vida eterna. Temos de renunciar à impiedade e às concupiscências mundanas, e viver uma vida de justiça. … Não há para nós salvação, exceto em Jesus; pois é pela fé nEle que recebemos poder para tornar-nos filhos de Deus; não é essa, porém, simples fé passageira; é uma fé que realiza as obras de Cristo. … A fé viva manifesta-se na exibição de um espírito de sacrifício e dedicação para com a causa de Deus. Os que o possuem acham-se sob o estandarte do Príncipe Emanuel, e travam com êxito uma batalha contra os poderes das trevas. Estão dispostos a fazer o que quer que seu Comandante ordene. Todos são exortados a ser exemplos “dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12); pois devemos, no presente e ímpio mundo, “viver sóbria, justa e piamente” (Tito 2:12), representando o caráter de Cristo, e manifestando o Seu espírito.

Os que estão ligados a Jesus acham-se em união com o Criador e Mantenedor de todas as coisas. Têm um poder que o mundo não pode dar nem tomar. Mas, conquanto grandes e exaltados privilégios lhes tenham sido conferidos, não devem simplesmente alegrar-se em suas bênçãos. Como mordomos da multiforme graça de Deus, devem tornar-se uma bênção aos outros. Confiou-se-lhes uma grande verdade, e “a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá”. Lucas 12:48. Pesadas responsabilidades repousam sobre todos os que receberam a mensagem para este tempo. Devem exercer uma influência que atraia a outros para a luz da Palavra de Deus. … Nós somos guardadores de nosso irmão.

Se formos fiéis crentes em Jesus, estaremos a juntar raios da glória, e derramaremos luz sobre o sombrio caminho dos que nos rodeiam. Revelaremos o gracioso caráter de nosso Redentor, e muitos serão, por nossa influência, atraídos a contemplar “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29.

Fonte: Ellen G. White, Cuidado de Deus, pág. 147.

Posição da Igreja Adventista quanto ao aborto

abortos Os adventistas desejam lidar com a questão do aborto de formas que revelem fé em Deus como Criador e Mantenedor de toda a vida e de maneiras que reflitam a responsabilidade e a liberdade cristãs. Embora haja diferença de pensamento sobre o aborto entre os adventistas, o texto abaixo representa uma tentativa de prover orientações quanto a uma série de princípios e temas. As orientações estão fundamentadas nos amplos princípios bíblicos, apresentados para estudo no fim deste documento.

1. O ideal de Deus para os seres humanos atesta a santidade da vida humana, criada à imagem de Deus, e exige o respeito pela vida pré-natal. Contudo, as decisões sobre a vida devem ser feitas no contexto de um mundo caído. O aborto nunca é um ato de pequenas consequências morais. Assim, a vida pré-natal nunca deve ser irrefletidamente destruída. O aborto somente deveria ser praticado por motivos muito sérios.

2. O aborto é um dos trágicos dilemas da degradação humana. As atitudes condenatórias são impróprias para os que aceitaram o evangelho. Os cristãos são comissionados a se tornar uma comunidade de fé amorosa e carinhosa, auxiliando as pessoas em crise ao considerarem as alternativas.

3. De forma prática e tangível, a igreja, como uma comunidade de apoio, deve expressar seu compromisso de valorizar a vida humana. Isso deve incluir:

a. O fortalecimento do relacionamento familiar.
b. Instrução de ambos os sexos quanto aos princípios cristãos da sexualidade humana.
c. Ênfase na responsabilidade do homem e da mulher no planejamento familiar.
d. Apelo a ambos para que sejam responsáveis pelas consequências dos comportamentos incoerentes com os princípios cristãos.
e. Criação de um clima seguro para o desenvolvimento de discussões sobre as questões morais associadas ao aborto.
f. Apoio e assistência a mulheres que decidiram prosseguir com uma gravidez problemática.
g. Incentivo e ajuda para que o pai participe com responsabilidade na tarefa de cuidar de seus filhos.

A igreja deve também se comprometer a mitigar os lamentáveis fatores sociais, econômicos e psicológicos que possam levar ao aborto e a cuidar de forma redentiva dos que sofrem as consequências de decisões individuais nessa área.

4. A igreja não deve servir como consciência para os indivíduos; contudo, ela deve oferecer orientação moral. O aborto por motivo de controle natalício, escolha do sexo ou conveniência não é aprovado pela igreja. Contudo, as mulheres, às vezes, podem se deparar com circunstâncias excepcionais que apresentam graves dilemas morais ou médicos, como: ameaça significativa à vida da mulher gestante, sérios riscos à sua saúde, defeitos congênitos graves cuidadosamente diagnosticados no feto e gravidez resultante de estupro ou incesto. A decisão final quanto a interromper ou não a gravidez deve ser feita pela mulher grávida após e devido aconselhamento. Ela deve ser auxiliada em sua decisão por meio de informação precisa, princípios bíblicos e a orientação do Espírito Santo. Por outro lado, essa decisão é mais bem tomada dentro de um contexto saudável de relacionamento familiar.

5. Os cristãos reconhecem que sua primeira e principal responsabilidade é para com Deus. Buscam o equilíbrio entre o exercício da liberdade individual e sua responsabilidade para com a comunidade da fé, a sociedade como um todo e suas leis. Eles fazem sua escolha em conformidade com a Escritura e as leis de Deus em vez de com as normas da sociedade. Assim, qualquer tentativa de obrigar as mulheres, quer a manter ou a interromper a gravidez, deve ser rejeitada como violação à liberdade pessoal.

6. As instituições da igreja devem receber orientações para desenvolver suas próprias normas institucionais em harmonia com este documento. Pessoas que tenham objeções éticas ou religiosas ao aborto não deveriam ser solicitadas a participar na realização do mesmo.

7. Os membros da igreja devem ser incentivados a participar no desenvolvimento das considerações de suas responsabilidades morais com respeito ao aborto à luz do ensino das Escrituras.

Princípios para uma visão cristã da vida

Introdução

“E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). Em Cristo há a promessa da vida eterna, mas, uma vez que a vida humana é mortal, os seres humanos são confrontados com temas difíceis com relação à vida e à morte. Os seguintes princípios referem-se à pessoa como um todo (corpo, alma e espírito), um todo indivisível (Gn 1:7; 1Ts 5:23).

Vida: nossa dádiva valiosa de Deus

1. Deus é a Fonte, o Doador e o Mantenedor de toda a vida (At 17:25 e 28; Jó 33:4; Gn 1:30; 2:7; Sl 36:9; Jo 1:3, 4).

2. A vida humana tem valor único, pois os seres humanos, embora caídos, são criados à imagem de Deus (Gn 1:27; Rm 3:23; 1Jo 2:2; 3:2; Jo 1:29; 1Pe 1:18, 19).

3. Deus valoriza a vida humana não por causa das realizações ou contribuições humanas, mas porque somos criaturas de Deus e objeto de Seu amor redentor (Rm 5:6, 8; Ef 2:2-6; 1Tm 1:15; Tt 3:4, 5; Mt 5:43-48; Ef 2:4-9; Jo 1:3; 10:10).

Vida: nossa resposta ao dom de Deus

4. Valiosa como é, a vida humana não é a única e última preocupação. O sacrifício próprio em devoção a Deus e aos Seus princípios pode tomar a precedência sobre a vida (Ap 12:11; 1Co 13).

5. Deus nos chama para a proteção da vida humana, e responsabiliza a humanidade por sua destruição (Êx 20:13; Ap 21:8; Êx 23:7; Dt 24:16; Pv 6:16, 17; Jr 7:3-34; Mq 6:7; Gn 9:5, 6).

6. Deus está especialmente preocupado com a proteção do fraco, indefeso e oprimido (Sl 82:3,4; Tg 1:27; Mq 6:8; At 20:35; Pv 24:11,12; Lc 1:52-54).

7. O amor cristão (agape) é a valiosa dedicação de nossa vida para elevar a vida de outros. O amor também respeita a dignidade pessoal e não tolera a opressão de uma pessoa para apoiar o comportamento abusivo de outra (Mc 16:21; Fp 2:1-11; 1Jo 3:16; 4:8-11; Mt 22:39; Jo 18: 22, 23; 13:34).

8. A comunidade crente é chamada a demonstrar o amor cristão de maneira tangível, prática e substancial. Deus nos chama a restaurar gentilmente os quebrantados (Gl 6:1, 2; 1Jo 3:17, 18; Mt 1:23; Fp 2:1-11; Jo 8:2-11; Rm 8:1-14; Mt 7:1, 2; 12:20; Is 40:42; 62:2-4).

Vida: nosso direito e responsabilidade de decidir

9. Deus dá à humanidade a liberdade de escolha, mesmo que isso conduza ao abuso e a consequências trágicas. Sua relutância em forçar a obediência humana requereu o sacrifício de Seu Filho. Ele nos manda usar Seus dons de acordo com Sua vontade e finalmente julgará seu mau uso (Dt 30:19, 20; Gn 3; 1Pd 2:24; Rm 3:5, 6; 6:1, 2; Gl 5:13).

10. Deus convida cada um de nós individualmente a fazer decisões morais e a buscar nas Escrituras os princípios bíblicos que fundamentam tais escolhas (Jo 5:39; At 17:11; 1Pd 2:9; Rm 7:13-25).

11. Decisões sobre a vida humana, do início ao fim, devem ser tomadas no contexto de relacionamentos familiares saudáveis, com o apoio da comunidade de fé (Êx 20:12; Ef 5:6, 12). As decisões humanas devem ser sempre centralizadas na busca da vontade de Deus (Rm 12:2; Ef 6:6; Lc 22:42).

1. Aborto, conforme compreendido neste documento, é definido como qualquer ação que vise a pôr fim a uma gravidez já estabelecida. É diferente do controle de natalidade, que é a intenção de impedir a gravidez.

2. A perspectiva fundamental dessas orientações foi extraída de um extenso estudo da Escritura, conforme demonstrado nos “Princípios para uma Visão Cristã da Vida Humana”, incluídos neste documento.

(Essas orientações foram aprovadas e votadas pela Comissão Executiva da Associação Geral em 12 de outubro de 1992, durante o Concílio Anual realizado em Silver Spring, Maryland, EUA.)

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2012/04/osadventistas-desejam-lidar-com-questao.html

JÔNATAS: PRESENTE DE DEUS, AMIGO – 1Samuel 20-23

davijonatas Quero continuar o assunto que comecei ontem sobre Jônatas e a participação dele na história de Davi. Jônatas foi um homem muito bom, uma bênção de Deus. Aliás, seu nome, em hebraico, significa “dom de Deus”. Se você estudar a vida dele, verá como ele foi, realmente, um presente de Deus para muitas pessoas. Farei um breve resumo da sua vida.

Você sabe que Jônatas foi o filho mais velho de Saul? Mas ele foi muito diferente do pai. Na realidade, foi uma das personalidades mais amáveis e mais valorosas do Velho Testamento, sem exagero. Jônatas amou Davi com muita intensidade. Em 1Samuel 13:3; 14, observamos sua fé e sua valentia. Como ele e Davi eram muito amigos, o salmista reconheceu e elogiou o caráter guerreiro e a fidelidade dele, o que pode ser visto 2Samuel 1:22.

Quando Saul, movido pelos ciúmes, planejou matar Davi, Jônatas entrou no meio da briga. Ele não só se apresentou com um pacificador, como terminou expondo a própria vida para proteger seu amigo.  

O relato do último encontro dos dois amigos pinta um dos quadros mais eloqüentes que a Bíblia tem sobre fidelidade, mesmo em uma área onde só existia intriga (veja os versos 16-18 de 1Samuel).

Jônatas morreu ao lado do pai, combatendo os filisteus, os inimigos de Israel, na Batalha de Gilboa. E depois da sua morte, Davi, que tinha acabado de ser coroado rei, ficou cuidando de Mefibosete, o filho de Jônatas que ficou vivo.

Jônatas é o exemplo do que uma típica amizade baseada no temor de Deus pode ser quando é patrimônio comum de dois amigos. Enquanto o pai dele foi um modelo de falsidade e apostasia, esse guerreiro foi um modelo de amigo fiel, homem de Deus.

Uma boa amizade é um bem tão precioso, que não há dinheiro no mundo que pague. É por isso que a Bíblia fala em Provérbios 18:24 que existem amigos que são mais chegados que um irmão.

Como é bom poder contar tanto com uma pessoa, mais que com seu próprio irmão! É muito gostoso, é um presente de Deus.

Então, lhe digo: Seja um Jônatas, um presente de Deus para os seus amigos. Cultive boas e grandes amizades. Que elas sejam construídas sobre o alicerce do amor incondicional, lealdade e compromisso, pois quem planta colhe, e você vai colher muitas alegrias por isso. Acima de tudo, fazer muitas pessoas felizes também.

Então, fica aqui, para você, um abraço bem amigo, e o desejo de que o seu maior e principal amigo seja Jesus, o amigo que nunca falha. E até amanhã, se Deus quiser.

Fonte: http://www.nasaladopastor.com/ (Pr. Valdeci Junior)