Dom de cura: como saber se é de Deus ou não?

A Palavra de Deus apresenta o dom da cura como sendo uma possibilidade de Deus e de Satanás. Jesus realizou muitos milagres de cura. Pedro, após ter alcançado a cura do coxo junto à porta chamada Formosa, afirmou claramente que aquele ato foi realizado pelo poder de Cristo Jesus e não pela sua capacidade (Atos 3:12-16).

Assim, em toda a Escritura, a possibilidade de cura é alcançada pelo poder de Deus. Os instrumentos usados para tal milagre podem ser profetas, apóstolos ou alguém designado por Deus. A ciência e os médicos também podem ser usados hoje como instrumentos nas mãos de Deus para a operação de curas. As Escrituras não limitam a possibilidade de cura a uma determinada época ou período. Os milagres dão evidência do poder de Deus, mas não nos esqueçamos da contrafação satânica. Vejamos como isso acontece.

O apóstolo Paulo descreve a ação fraudulenta de Satanás em 2 Coríntios 11:13-15. Ele se disfarça em anjo de luz e assim também os seus apóstolos. O livro do Apocalipse apresenta os sinais e maravilhas da besta que representa Satanás e o Anticristo (Apocalipse 13:13 e 14, 16:13 e 14). Em seu sermão profético, Jesus evidencia a ação devastadora dos falsos Cristos e falsos profetas enganando até os escolhidos (Mateus 24:24).

Em Mateus 7:22,23 Jesus relata a decepção que muitos supostos cristãos experimentarão, por ocasião da Sua volta. Segundo este relato, alguns expulsaram demônios, outros profetizaram e outros fizeram muitos “milagres”. Mas para o horror deles, Jesus dirá: “Apartai-vos de Mim, não vos conheço”.

Como saber se a cura foi efetuada por Deus ou Satanás?

O próprio Jesus responde (Mateus 7:21-23). A cura dá evidências da ação de um poder satânico ou divino. Ninguém deve acreditar num pregador ou apóstolo só porque realiza milagres. Se a sua vida e os seus ensinos não estiverem de acordo com a doutrina bíblica de nada servirão tais milagres (Isaías 8:19 e 20). A cura não prova a verdade e sim a verdade (bíblica) é que prova a cura.

Há inúmeras religiões que falam muito de fé, mas se não houver cura, se não houver enriquecimento, não há motivação para seguir a Cristo. Será isto fé ou barganha? Se não houver compensação não há relacionamento? O apóstolo Paulo pediu para Deus curá-lo de sua enfermidade, mas Deus não o curou. Quer dizer então que o apóstolo Paulo não tinha fé? Cristo disse que seria melhor perder um olho, um braço ou a própria vida, do que perder a vida eterna. Em Isaias 35:5 e 6 o profeta fala do tempo quando Deus virá restaurar a Terra, então os cegos, coxos, mudos e surdos serão curados pelo poder do Seu amor. Portanto, Deus nunca prometeu curar todos os que acreditam nEle, mas prometeu levá-los para o Seu lar onde não haverá mais morte nem dor (Apocalipse 21:1-4).

Nos primórdios da era cristã, Deus deu à igreja o dom da cura e outros dons, para dar crédito à pregação das boas-novas da salvação provida por um Deus que foi morto por simples mortais. Isto naquela época era loucura para os incrédulos. Os dons dados à Igreja eram para ser evidências do poder de Deus na vida de Seus humildes servos.

Note que a ênfase da pregação do evangelho que revolucionou o mundo não era baseada no dom da cura, mas no amor de Jesus demonstrado na cruz do calvário. Será que não havia doentes naquele tempo? Com certeza muitos! Mas os discípulos jamais usaram a cura como um meio de propagar suas crenças. As pessoas não estavam interessadas na cura, mas na nova vida oferecida por Cristo.

Satanás tem deturpado tudo o que Deus criou para a felicidade eterna do homem: o sexo, a música, a dança, os divertimentos, os alimentos, os dons espirituais, etc… Tanto é que Cristo advertiu-nos a respeito dos falsos cristos, falsos profetas, falsos milagres, etc. Hoje há muita exploração comercial e espiritual em torno das curas, onde se vê charlatanismo, truques baratos, autossugestão, e manifestações demoníacas. Graças a Deus que nossa salvação não depende de curas e milagres, mas sim da pessoa de Jesus. Ele é o único nome para a nossa salvação (Atos 4:12). Cremos que Jesus pode e realiza milagres e curas maravilhosas, mas não é por isso que cremos nEle. Cremos nEle porque na cruz Ele demonstrou ser o nosso amorável Salvador!

Cremos que a atitude mais correta é seguir os conselhos da Palavra de Deus, onde com segurança encontramos luz para o nosso caminho durante a jornada neste mundo coberto pelas trevas do egoísmo. A Bíblia diz: “Examinai tudo e retende o que é bom; Nem todo o que diz Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Meu pai”.

Fonte: http://esperanca.com.br

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O “cair no espírito” do demônio

Introdução

A irmã batista Eliane Faria, telespectadora do programa “Na Mira da Verdade”, enviou-me um questionamento que creio ser a dúvida de muitos internautas. Ela pediu auxílio para compreender 1 Samuel 19:20-24, texto que apresenta Saul em transe profético e que supostamente apoia o “cair no Espírito” nos cultos públicos. Leiamos os versículos na Nova Versão Internacional:

“Então Saul enviou alguns homens para capturá-lo. Todavia, quando viram um grupo de profetas profetizando, dirigidos por Samuel, o Espírito de Deus apoderou-se dos mensageiros de Saul, e eles também entraram em transe. Contaram isso a Saul, e ele enviou mais mensageiros, e estes também entraram em transe. Depois mandou um terceiro grupo e eles também entraram em transe. Finalmente, ele mesmo foi para Ramá. Chegando à grande cisterna do lugar chamado Seco, perguntou onde estavam Samuel e Davi. E lhe responderam: “Em Naiote de Ramá” Então Saul foi para lá. Entretanto, o Espírito de Deus apoderou-se dele, e ele foi andando pelo caminho em transe, até chegar a Naiote. Despindo-se de suas roupas, também profetizou na presença de Samuel, e, despido, ficou deitado todo aquele dia e toda aquela noite. Por isso, o povo diz: “Está Saul também entre os profetas?” (1Sm 19:20-24)

Alguns irmãos tentam justificar o “cair no Espírito” com essa experiência de Saul. Todavia, o contexto do evento e outros textos bíblicos paralelos nos provam que o “cair no Espírito” não é um fenômeno de origem divina e, portanto, deve ser abandonado, antes que a vida espiritual do cristão seja ainda mais comprometida.

A seguir, veja algumas das razões para duvidarmos que 1 Samuel 19:20-24 esteja dando apoio ao “cair” sobre a influência do Espírito Santo.

 

Provas de que o Espírito Santo não joga as pessoas no chão

1º: O contexto nos mostra que Saul não estava participando de nenhum culto de adoração, mas, sendo impressionado por Deus para mudar de vida.

Saul queria matar Davi por causa da inveja e por receio de perder o seu “cargo” de rei (1Sm 19:1-17). O então rei de Israel estava indo longe demais e, através da capacidade de profetizar (dada também aos mensageiros que ele enviou – 1Sm 19:20, 21), “recebeu uma evidência clara de que Deus estava protegendo Davi”. É bem provável que “[…] ali o Espírito Santo tenha insistido com Saul pessoalmente pela última vez” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2. Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 589. Ver 1Sm 19:24).

O referido comentário também explica que “é possível que tenha saído de seus lábios [de Saul, enquanto profetizava sob a influência do Espírito] não só uma confissão da justiça da causa de Davi, mas também a condenação de seus atos […]”.

2º: Ao Espírito Santo apoderar-se de Saul, ele prosseguiu caminhando até chegar a Ramá (cidade localizada na região montanhosa de Efraim, a cerca de 8km de Jerusalém), onde estavam os demais mensageiros que também profetizavam (1Sm 19:23). Essa capacidade de caminhar e chegar a um local específico nos mostra que, apesar de Saul estar em “transe”, detinha capacidade autônoma, de modo que a presença do Espírito não tirou a individualidade do rei.

3º: O verso 24 do capítulo 19 diz apenas que ele “ficou deitado todo aquele dia e toda aquela noite” e não dá a entender que, para isso, ele tenha “sido jogado no chão” ou tido atitudes excêntricas, do mesmo modo que vários irmãos que alegam estar sobre a influência do Espírito sobre tais circunstâncias.

4º: O Novo Testamento, que mostra a atuação do Espírito de maneira ainda mais clara, nos ensina que a Terceira Pessoa da Trindade não gosta das manifestações pentecostais pós-modernas que envolvem (muitas delas) gritos, barulho, desordem e ações excêntricas. Veja:

a) Efésios 4:30, 31 afirma que o Espírito é entristecido com a gritaria;

b) 1 Coríntios 14:33 ensina que “Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos”, ou seja: até mesmo nas igrejas pentecostais Ele quer ser um Deus de ordem e de paz.

c) 1 Coríntios 14:40 mostra que o culto que agrada ao Senhor “deve ser feito com decência e ordem”.

d) Gálatas 5:22, 23 deixa claro que, no momento em que uma pessoa é tomada pelo Espírito, ela revela em sua vida nove qualidades de caráter, entre elas: paz (v. 22), mansidão e domínio próprio(v. 23).

Essas características do caráter do Espírito Santo nos impedem de aceitar que as manifestações em muitos (não todos!) meios pentecostais sejam realmente de origem divina. Se em um culto, mesmo que o nome de Deus seja pronunciado (Conferir Mateus 7:21-23), as pessoas manifestam atitudes e comportamentos diferentes daqueles que o Espírito divino possui, conforme vimos nos textos acima, isso é suficiente para provar-nos que “outro espírito” é quem está por trás de tais fenômenos.

5º: Marcos 9:17 e 18 diz que o espírito que faz as pessoas caírem é o espírito do demônio. Veja que texto forte e, ao mesmo tempo, esclarecedor:

“Um homem, no meio da multidão, respondeu: ‘Mestre, eu te trouxe o meu filho, que está com um espíritoque o impede de falar. Onde quer que o apanhe, joga-o no chão. Ele espuma pela boca, range os dentes e fica rígido. Pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram’’

“Mas o fruto do Espírito é… mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23)

O Espírito Santo sempre quer erguer o crente e nunca jogá-lo no chão. Veja que, ao Cristo expulsar o demônio do menino (leia Marcos 9:14-29), o Salvador “tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé”(v. 27).

Portanto, não há dúvidas: o “cair no Espírito”, mesmo fazendo parte da vida de muitos cristãos sinceros e verdadeiros filhos de Deus, é uma manifestação demoníaca, com o objetivo de confundir as pessoas e apresentá-las uma imagem distorcida do divino e manso Espírito Santo.

 

O inimigo conhece o grande potencial dos irmãos pentecostais

O inimigo de Deus sabe que muitos amigos pentecostais são candidatos à vida eterna e salvos em Cristo. Tem ciência do quanto o Espírito Santo os usa para relembrar aos demais cristãos sobre a importância dos dons espirituais para a edificação da igreja e conclusão da obra de evangelização mundial.

Por isso, através de manifestações sobrenaturais que dão uma sensação aparentemente agradável aos que são possuídos por tal espírito, o Diabo quer impedi-los de terem uma experiência verdadeira com o Espírito. O inimigo, através de tal contrafação do Espírito, quer impedir que os irmãos aprendam a apreciar um culto tranquilo, racional (Rm 12:1, 2) e que tenha a emoção na medida certa (Fp 4:4), do jeito certo (1Co 14:33, 40).

Muito cuidado, irmãos. Uma das principais obras satânicas nesses últimos dias é contrafazer a obra do Espírito Santo. Ele sabe que o Espírito é o “outro consolador” divino (Jo 14:16), que glorifica a Jesus Cristo e o plano de salvação (Jo 16:14), nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:8), guia-nos a “toda a verdade” (Jo 16:13) e santifica a nossa vida (Rm 6:23). O Diabo sabe que nesse processo de santificação o Espírito nos torna parecidos com Jesus através do novo nascimento (Jo 3:1-8) e “escreve” os princípios morais da Lei de Deus em nosso coração (Hb 8:10).

Por isso, não é do interesse do demônio que as pessoas tenham um conhecimento pleno (e correto) da Pessoa e da Obra do Espírito Santo. Afinal, através de um falso espírito santo, ele pode desencaminhar muitos e levá-los a seguir pelo caminho largo, que leva à perdição (Mt 7:13, 14).

O inimigo não vai atrás de quem já é dele. Por isso, meu irmão pentecostal, se você “cai no espírito”, peça a Deus discernimento e coloque a Revelação bíblica acima dos seus sentimentos. Leia esse artigo com oração e mente disposta (Jr 15:16) a conhecer cada vez mais esse Deus que tanto lhe ama (Jr 31:3). Submeta-se a Ele (Tg 4:7) e preste-Lhe um culto alegre (Fp 4:4) e racional ao mesmo tempo (Rm 12:1, 2), para que sua mente receba todas as verdades que o Espírito Santo quer lhe comunicar para sua felicidade presente e eterna:

“Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: ‘Este é o caminho; siga-o’” (Is 30:21).

Um abraço do amigo e irmão em Cristo,

 

Leandro Quadros

[www.leandroquadros.com.br]

Traços do Reino: #Crença

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“[…] antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (1Pe 3:15, NVI)

Infelizmente, pode-se considerar como um fato, evidente e palpável, que boa parte da cristandade atual caiu na grande armadilha de conferir mais valor a uma “causa cristã” do que a uma “fé cristã”. Criou-se uma espécie de “ignorância santa” que procura auto-afirmar-se através de argumentos irrelevantes provenientes de seres completamente vazios. Fala-se a respeito de sentimentos, moralidade, humanismo, bênçãos, prosperidade ou exclusividade denominacional, mas nunca, de fato, da Bíblia e da fé cristã. O maior pecado do cristianismo tem sido a não-reflexão; a falta de valorização da vida interior. Contemplamos um cristianismo quase que sensual, que segue imagens, artes visuais, música “gospel” e que negligencia o estudo e o discipulado piedoso (CRAIG, 2011). A fé não provem mais do “ouvir a mensagem da palavra” (Rm 10:17, NVI), antes, configura-se uma religião incapaz de fazer uma ponte entre sua vida e sua crença. Estão impossibilitados de dar “a razão da esperança” que rege a fé cristã (1Pe 3:15); conduzem-se através de achismos infundados e a isso chamam “verdade”. Glorificam o cristianismo e não a Deus. Fundamentam-se em nada.

CRAIG, W. L. O iminente colapso evangélico. 10 jan. 2011. Disponível em <bit.ly/ym4IZw>. Acesso em: 26 fev. 2012.

Fonte: http://tracosdoreino.com.br/2012/03/tracos-do-reino-crenca/

(07 de 08) Como ser feliz em 8 sábados? – Pr. Álvaro Martinho

 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9

PACIFICADORES BEM AVENTURANÇASChegamos ao penúltimo dia da série Como Ser Feliz em 8 Sábados, e a cada vez percebemos o quanto precisamos entender, estudar e viver o que as escrituras ensinam.

Deus quer que sejamos felizes, e se você não é feliz é porque você não enxergou a felicidade ao teu lado.

Pacificação é uma palavra ativa e não passiva. O verso de hoje nos diz que precisamos promover a paz e não apenas estar em paz.

Hoje o mundo promove passeatas de paz, soltam balões brancos e etc. O mundo assimilou paz à ausência de guerra e etc.

 

1 – Paz – Relacionamento com Deus.

2 – Paz – Entre as pessoas.

3 – Paz – Segurança e confiança eterna em Deus.

Em Efésios 2:1-3 – Que maravilha saber que antes andávamos em pecado e hoje vivemos lutando contra ele. Não seria ótimo se nascêssemos sorrindo ao invés de chorando, afinal, temos muitos motivos para isso.

Veja bem, quando nascemos, ficamos 9 meses no escuro, de cabeça para baixo, balançando por todos os lados, engolindo o alimento que você não pediu e ao sair vemos a luz, as pessoas que nos amam e nos esperavam a tanto tempo.

Então porque choramos quando nascemos?

R: Choramos porque nascemos com a natureza do pecado e ate quando crescemos nos inclinamos para cometer erros que nunca ninguém nos precisou ensinar. Incrível.

O pastor nos contou a história de sua filha, quando num dia chegou em casa com uma bonequinha diferente das que tinha. A mãe perguntou da boneca e a filha disse que havia ganhado de uma coleguinha. Na verdade ela havia pegado da amiguinha sem que ela deixasse.

O pastor e sua esposa foram até a casa da amiguinha para devolvê-la.

Efésios 2:4, 5 – Jesus, Deus por seu Grande Amor e Misericórdia nos deu Vida.

Romanos 5:1 – por meio de Jesus é que passamos a ter paz com Deus.

Quando você conhecer alguém que reclama que não consegue dormir, ao menos que seja por problemas de saúde, é porque não tem paz com Deus. Por isso as crianças dormem em qualquer lugar, você já percebeu isto?

Muitos de nós não tem paz com Deus, mesmo lendo a Bíblia, orando e etc. Precisamos cuidar disso.

Isaías 52:7 – Nos lembrou da igreja de João Colombi, a caçula do distrito. Contou-nos que usa até outro sapato, um sapato velhinho, pois o lugar é íngreme e tem muita poeira. Embora no dia de Sábado tendo um sapato novo e mais bonito para usar, o sapato velhinho e empoeirado é o que tem mais valor para Deus.

Quando convidamos os amigos para vir à igreja, somos mais beneficiados. Isto é evangelizar, é promover paz, paz verdadeira, paz que vem do alto.

Precisamos desfrutar mais de promover paz, pois até os sapatos aprendemos a escolher, até os vizinhos aprendemos a convidar, basta confiar em Deus e ir fundo.

Agora se você só espera paz, então você só fica reclamando, porque só espera do próximo e nada sai de ti. Até o programa do amigo visitante foi estabelecido por pessoas que necessitam mostrar e levar paz ao próximo.

Tem gente especialista em por lenha na fogueira. Começam na cama do lado do cônjuge, na mesa do café, picuinhas, problemas e confusões.

Precisamos tornar nossos lares, um lar de Paz, onde o Senhor possa habitar.

Certa vez uma senhora o disse: “Às vezes, aqui em casa, é melhor eu ficar quieta, se não acontecem guerras.”.

Tem horas que precisamos falar e horas que precisamos nos calar. Isso é promover paz. Precisamos ser agentes de paz e não tocadores de lenha na fogueira.

Hoje de manhã, é possível que haja pessoas que precisam de conciliação. Esposo com esposa, irmão com irmão, amigo com amigo, vizinho com vizinho, enfim, precisamos resolver isto, porque isso é um ponto fundamental para ter paz verdadeira.

Porque pela misericórdia de Deus conseguiremos e se você confia nisso, certamente será bem-aventurado.

Somente seremos filhos verdadeiros de Deus, quando promovermos a Paz, assim como Deus que é um promotor de Paz.

Que Deus lhe dê a Paz que você tanto necessita e que você possa ser Bem-aventurado.

A Tragédia do Titanic

titanic “Ninguém achou que iria acontecer e quando aconteceu, poucos se deram conta do perigo. A orquestra tocava músicas alegres quando o navio começou a afundar e, mesmo nos barcos salva-vidas cheios de mulheres e crianças que desciam ao mar, havia muito pouco medo. Perder o Titanic era algo impensável, afinal de contas, ele jamais afundaria. Mesmo assim, o melhor navio de passageiros do mundo estava afundando. Os sobreviventes em seus salva-vidas olhavam com terror à medida que o Titanic se inclinava cada vez mais até que finalmente ficou na vertical. Foi então que o navio desapareceu, levando com ele 1.500 vidas para a fatalidade congelada.

O que podemos aprender com a tragédia do Titanic? Temos hoje a apresentação de coisas vitais e fascinantes para todos nós.

Aconteceu durante a noite do dia 14 de abril de 1912 e vejam como um dos principais jornais de Nova York descreveu o que sucedeu a bordo do Titanic, enquanto afundava: “assustados com o terrível impacto, os passageiros em pânico corriam de seus camarotes para o salão principal por entre o ressoar de aço retorcido, fendas de placas e pelo partir das vigas. O barulho de blocos de gelo caindo sobre o “deck” destroçado do navio causava ainda mais terror. Como uma multidão desgovernada, eles saiam dos salões para testemunhar uma das cenas mais impressionantes de se imaginar… Os trinta metros de proa eram uma massa sem forma de ferro e aço partido, retorcido, quebrado”.

A matéria continuava descrevendo horror em cima de horror mas, nenhuma palavra da descrição era verdade. Nem uma palavra. Deixe-me dizer por quê. O operador de comunicações do navio de resgate, o Carpathia, estava tão ocupado enviando mensagens pessoais dos sobreviventes do Titanic que havia se recusado a responder as perguntas dos repórteres. Por isso, os repórteres simplesmente inventaram sua versão para a tragédia, como acabamos de ver.

Porém, o que foi que aconteceu realmente? O que foi que houve a bordo do Titanic naquela noite fatal? Bem, os passageiros estavam desfrutando do luxo de seu palácio flutuante. O mar lá fora estava totalmente calmo. As estrelas estavam mais brilhantes do que nunca. Todos se sentiam totalmente a salvo, apesar de estarem navegando por um campo de minas em termos de icebergs. Por que se preocupar? O Titanic não afundaria. Os construtores do navio haviam se gabado disso. Ele dispunha de compartimentos à prova d’água que poderiam ser fechados automaticamente da sala de controle. Qualquer um desses dois compartimentos poderia ser totalmente inundado sem colocar em perigo o navio. Era tal o sentimento de segurança no Titanic que alguém ousou fazer o seguinte comentário: “Nem mesmo Deus em pessoa poderia afundar este navio”.

Imaginem a arrogância!

Às 9h40 daquela noite chegara um aviso. Um alerta acerca desses icebergs maciços e fatais pela proa. Entretanto, o operador que recebeu o alarme não imaginou que os icebergs estivessem tão perto. Então, ocupado com as outras mensagens, ele colocou essa mensagem de lado para levar ao capitão assim que achasse conveniente.

Tragicamente, porém, a mensagem nunca chegou ao capitão. Logo após a meia-noite aconteceu a colisão. A maior parte dos passageiros a bordo do Titanic mal sentiu a batida. Foi um choque repentino; apenas uma vibração; um leve balanço. Só alguns se deram conta de que algo havia acontecido. Quando o navio diminuiu a velocidade e parou no meio do Atlântico, passageiros se perguntaram por quê. Apenas poucos foram até o convés para se informar. Um passageiro notou um iceberg passando por uma escotilha e teve a certeza de que o navio havia batido nele; alguém na sala para fumantes sentiu um impacto e saiu correndo para descobrir a causa. Ele viu um monte de gelo se empilhando a uns 15 metros acima do convés “A”, o que significaria uns 30 metros acima da água. Mas não houve pânico, não houve comoção nem confusão.

Depois de algum tempo, o capitão convocou os passageiros até o convés com seus coletes salva-vidas. Acharam que fosse uma brincadeira, mesmo quando houve a ordem de colocar as mulheres e as crianças nos barcos salva-vidas disponíveis; alguns acharam que era meramente uma medida de precaução. Certamente estariam de volta a bordo dentro de poucas horas. O poderoso Titanic jamais afundaria. Só quando foi lançado o primeiro foguete é que a maioria dos passageiros se deu conta de como era crítica sua sorte. Eles sabiam que o disparo de foguetes era o sinal universal de tragédia no mar mas, mesmo assim, reinava perfeita ordem no navio. Todos os membros da tripulação permaneceram em seus postos.

Os técnicos mantiveram os conveses iluminados até o final. A orquestra se colocou do lado de fora, no convés, e tocou até quase a hora do navio dar seu mergulho final. Pouco a pouco o navio começou a adernar.

Momentos após o último bote salva-vidas ter baixado ao mar, o Titanic se inclinou drasticamente. Os passageiros nos salva-vidas olhavam em pânico enquanto o enorme barco chegava a uma posição totalmente vertical e literalmente permanecia assim, sem se mover por, talvez, uns quatro minutos.

Finalmente, ele desapareceu nas profundezas. Com um gole silencioso, o mar sorvera o navio mais luxuoso, mais moderno de sua época. Foi então que surgiu o grito desesperado de homens e mulheres perdidos, vagando pelo oceano, em seus coletes salva-vidas. Seus gritos horripilantes continuaram durante uns 40 minutos, até que o gelado Atlântico silenciou todas as vozes que restavam fora dos botes salva-vidas. Tais gritos terríveis iam perseguir os sobreviventes em seus pesadelos enquanto vivessem.

Quando raiou a manhã, os icebergs se erguiam acima dos barcos salva-vidas. Havia corpos espalhados por toda parte. Dos 2.208 passageiros e tripulantes, somente 705 sobreviveram; todos eles em botes salva-vidas.

Mais de três quartos de século se passaram desde o naufrágio do Titanic, e mesmo assim, continuamos, mais do que nunca, fascinados por sua tragédia. Talvez a nossa impressão mais inesquecível seja a do comportamento calmo e silencioso dos passageiros e da tripulação. Calma, não em virtude do heroísmo, mas da insensibilidade ao perigo. Uma confiança exagerada no trabalho humano.

Os historiadores, hoje em dia, concordam que a tragédia do Titanic não precisava ter acontecido e que mesmo quando o navio começou a afundar, nenhum passageiro necessitaria ter se perdido. A causa direta para a perda de vidas foi a insuficiência de botes salva-vidas. A tripulação tivera tempo suficiente para evacuar todos os passageiros, mas não havia botes suficientes. Havia poucos botes. No Titanic, impossível de afundar, os botes salva-vidas eram considerados desnecessários, puramente ornamentais. No entanto, quando o luxuoso navio afundou, a única coisa que importou foi encontrar um humilde bote salva-vidas. Nenhuma alma sobreviveu sem entrar num bote salva-vidas.

O Titanic de 1912 não lhe faz lembrar do mundo há 4.000 anos atrás, no tempo de Noé? Naquela época a terra estava fadada a ser destruída pela água. Deus disse a Noé para construir uma arca, um grande bote salva-vidas. As pessoas acharam que tal idéia era bastante ridícula e riram dela. Por que precisariam de um bote salva-vidas? O mundo deles era seguro. Não precisavam se salvar, portanto, os avisos de Noé não foram ouvidos. Sua arca se tornou motivo de riso, uma atração turística, tornou-se tudo, menos um refúgio para salvar os pecadores perdidos da inundação fatal. E foi então que o que não se pensava, aconteceu. Todos que estavam dentro da arca de Noé sobreviveram. Todos que estavam fora da arca de Noé morreram.

Meu amigo, será que encontramos uma previsão de nossos próprios dias aqui? Jesus achou que sim. Pensando na inundação de Noé, Ele deixou para nós este aviso nos últimos momentos da Terra.

Mateus 24:37-39: “E como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Portanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos – assim será também a vinda do Filho do homem”.

Como foi, assim o será. Duas situações estranhamente similares, a de Noé e a nossa. Total desatenção a repetidos avisos. Exagerada confiança na força humana. Crime? Perversidade? Sim. Mas principalmente apenas a rotina da vida. Tanta certeza de que o amanhã será como o hoje; vivendo apenas o dia-a-dia sem preocupação. Então, vem a surpresa final, fatal. As pessoas da época de Noé não acharam que precisariam de um bote salva-vidas tanto quanto os passageiros do Titanic. E quanto a nós hoje em dia? Será que levamos a sério os avisos de Deus? Quando iremos parar de brincadeira?

Há alguns anos, um fabricante de brinquedos criou um jogo chamado “O Naufrágio do Titanic”. Na enorme tampa da caixa, desenhada por um artista, a fria noite em que o Titanic afundou foi muito bem retratada. Viam-se botes salva-vidas cheios de sobreviventes desesperados enquanto o navio afundava e a proa se dirigia para o fundo. Dentro da caixa, num tabuleiro negro, liam-se as seguintes palavras: No dia 14 de abril de 1912, o enorme navio britânico, o Titanic, atingiu um iceberg em sua primeira viagem e afundou dentro de poucas horas. Daquela tragédia surgiu então uma fascinante espécie de jogo de salão, muito familiar. O jogo que se joga enquanto o navio afunda.

Fascinante jogo? Bem, talvez para aqueles que não estiveram lá. Porém, o naufrágio do Titanic não foi brincadeira!

A mesma pergunta pode ser feita agora: Será que estamos brincando enquanto nosso barco afunda? Enquanto a tragédia se aproxima deste planeta Titanic, será que estamos adiando nosso encontro com Deus?

Meu amigo, o tempo está se esgotando. Este mundo está imóvel diante da adversidade final. Pense apenas nas manchetes: AIDS, poluição, bombas, guerras. De qualquer perspectiva humana, o pensamento positivo é irracional.

Damos graças a Deus, por Ele nos ter fornecido um meio de sobreviver. Ele tem um bote salva-vidas pronto para nos salvar do naufrágio. Ouça só estas tão conhecidas palavras. Para muitos, conhecidas desde a infância. João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Jesus, nosso bote salva-vidas, nos salvando do naufrágio? Sim. A questão da vida e da morte para nós é: o que estamos fazendo com Jesus? João 3:18 “Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus”.

Como é que podemos fugir da conclusão? Nosso relacionamento com Jesus determina se viveremos ou morreremos. Mas parece que há alguma confusão a esse respeito. O que realmente significa acreditar em Cristo? Vamos revisar mais uma vez?

Primeiro, nós acreditamos em Seu sacrifício no Calvário para pagar todos os nossos pecados. Nós não podemos ter acesso ao céu por nossas próprias boas ações. O sangue de Jesus é nossa única esperança. Mas o modo pelo qual vivemos depois que fomos perdoados também importa. Jesus disse em João 14:12: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim, fará também as obras que eu faço…”

Portanto, crer em Jesus requer ação. Na época de Noé, quem acreditava na mensagem de Deus tinha que abandonar seu velho mundo para entrar a bordo do bote salva-vidas. E agora também. Nossa fé em Cristo requer que se obedeça a Deus. Jesus fala assim tão claramente em Mateus 7:26,27: “E todo aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e desceu a chuva e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda”.

Meu amigo, quer sobreviver ao dilúvio de adversidade durante a crise final da terra? Então aceite Jesus como seu Salvador, alegrando-se de que seus pecados tenham sido perdoados. Siga-O sempre com um compromisso voluntário. Lembre-se, sem Jesus não temos a menor chance. É isso que diz a Bíblia. O naufrágio do Titanic trouxe o fim a uma era; o enorme navio era o símbolo do poder e da capacidade humana e sua perda trouxe consigo a era da insegurança.

Em 1945, a bomba atômica sobre Hiroshima introduziu uma nova dimensão àquela insegurança. A era nuclear. E agora nos anos noventa, nós temos o terrorismo e a Aids nos assolando. E, apesar de nossa insegurança, nós ainda parecemos pouco prontos para entrar no bote salva-vidas que Deus nos oferece através de Jesus. Nós ainda nos achamos capazes de nos dirigir. Quando iremos aprender que não podemos confiar em nossa própria força? Ora, não podemos confiar em nossa própria informação! Veja só. Um lado interessante da história do Titanic foi a incapacidade dos jornais de terem a história verdadeira. Não apenas a matéria que já vimos anteriormente, mas o jornal Wall Street, dentre outros jornais que existiam na época, não considerou as más notícias sobre o Titanic, julgando-as como boatos infundados. Veja só o editorial que publicaram depois que o Titanic afundou: “a gravidade dos danos ao Titanic são aparentes”, diz, “mas a questão importante é que ele não afundou. Seus encaixes à prova d’água eram realmente à prova d’água. Ele se manteve flutuando depois de uma experiência que estontearia o coração mais forte, sendo que o cérebro humano tem em si o Espírito Divino, e se sobrepõe aos obstáculos naturais através do pensamento, que é incomparavelmente a maior força do Universo”.

Pois é, mas o cérebro humano faltou naquela noite em que o Titanic afundou, não foi? Eles não conseguiram, nem relatar a tragédia com exatidão, quanto menos preveni-la. A sabedoria humana pode nos deixar bastante confusos.

Um menininho que assistia a um programa de televisão virou-se e perguntou: “papai, estamos ao vivo ou em vídeo tape”? E não só as crianças perguntam o que está acontecendo. Todos precisamos da palavra de Deus para nos dizer como viver nestes tempos. Não há como fugirmos do que está acontecendo.

Eu penso num desenho de jornal há algum tempo que mostrava um carro parado numa estrada, com o pai trocando o pneu. Um garotinho estava olhando pela janela, chateado e aborrecido. O pai diz: “não podemos trocar de canal. Isso é ao vivo. É a vida!” Não, meu amigo, não podemos trocar de canal se não gostamos do que vemos no mundo à nossa volta. Nós temos que encarar tudo de frente, com a palavra de Deus como nosso guia.

Agora voltemos ao natal do ano de 1987. O capitólio dos Estados Unidos estava com um clima festivo. O líder soviético Mikhail Gorbachev tinha vindo até lá para assinar o tratado histórico que acabaria com o armamento nuclear. Com o acontecimento de banquetes e de encontros de boa vontade, o mundo respirou aliviado com o progresso no sentido de se preservar a paz. É claro que podemos apreciar, todos nós, o interesse que nossos líderes possuem em preservar a paz. Não vamos, porém, exagerar de modo algum na esperança de qualquer solução humana. A Bíblia nos avisa em Tessalonicenses 5:3: “Pois que, quando disserem: há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão”.

Aquelas que são mães sabem a respeito das dores de parto. De repente, sem aviso, o processo de nascimento começa. Prontas ou não, o trabalho de parto se inicia. Pois é assim, e de repente, este mundo enfrentará o seu momento de aflição no último dia.

Vejamos: as dores de parto podem ser dolorosas, mesmo assim são o sinal de que algo lindo está a caminho, uma criança maravilhosa. Uma nova vida. E assim será quando Jesus vier. Um dia glorioso para o povo comprometido com Deus. Significará a tragédia apenas para os despreparados.

Assim como o naufrágio do Titanic não terminou em afogamento para todos, a vinda de Jesus significa o resgate de um planeta condenado para todo cristão verdadeiro. É algo que podemos aguardar. Jesus disse em Lucas 21:28: “Ora, ao estas coisas começarem a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça, porque a vossa redenção se aproxima”.

Não, não devemos temer a chegada da crise. Em Jesus poderemos encarar com confiança a inundação de perturbações que virão. Portanto, vamos erguer a cabeça e regozijar.

O quanto desejamos ser resgatados? Estamos tão ligados nas luxúrias deste planeta Titanic que nos recusamos ao bote salva-vidas de nosso Senhor Jesus Cristo? Será que nos imaginamos capazes de nos salvar pelo esforço humano?

Veja, quando as tristezas do mundo se tornam nossas, quando todos em quem confiamos nos falham, quando tudo em que nos apoiávamos parece desmoronar, esta terra então perde a sua atração fatal. Não temos para onde nos voltar, a não ser para Jesus. Entraremos então no bote salva-vidas de Deus e oraremos fervorosamente: “venha, Senhor Jesus!” a vinda dEle será o começo de um maravilhoso novo dia. O fim das lágrimas, das tristezas, conflitos e confusões. O fim de uma longa e obscura noite. A última onda de tristeza, de perturbações e morte terá varrido o planeta Titanic e, a desgraça, tendo se exaurido, não existirá mais.

Amigo, aguardo ansioso tal dia. E você?

ORAÇÃO

Meu Pai, se aprendemos alguma coisa com a tragédia do Titanic, é que a segurança humana nos falhará nas horas de aflição.
Nossa única esperança de salvação, reside em nosso Senhor Jesus Cristo. Ajude-nos a seguí-Lo com todo nosso coração, até que Ele venha nos levar para nossa morada celestial. E agradecemos por nos manter, em nome de Jesus. Amém.

Fonte: http://advir.com.br/

Semana da Família

cartaz

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Informações

A Semana da Família é um dos grandes programas missionários da igreja, e por isso deve ser planejada com antecedência para que atraia também as famílias de amigos da igreja. Então, motive os membros a convidarem as famílias de seus vizinhos, parentes e amigos. O programa também terá um ótimo resultado se for realizado em Pequenos Grupos. Neste caso, seria bom que no último final de semana os Pequenos Grupos se reunissem na Igreja.

 

 

Assuntos para o momento da oração intercessora:

  • Domingo: Orar por namorados e noivos.
  • Segunda: Orar por trabalho e sustento na família.
  • Terça: Orar pela saúde na família.
  • Quarta: Orar pela vida espiritual da família (Culto da Família).
  • Quinta: Orar pelos filhos.
  • Sexta: Orar pelos idosos.

Planejamento

Todo o programa deve ser pensando nas famílias visitantes, de amigos da igreja (que ainda não são membros).

Orientações

  • Convide: Amigos, parentes, colegas de trabalho, participantes de RCC ou outros encontros de casais, pais da Escola Adventista, etc.
  • Um mês antes, entre em contato com a administração da Escola Adventista mais próxima e peça à escola para convidar as famílias de alunos para o programa.
  • Visite escolas ou outras instituições públicas e ofereça convites.
  • Organize uma forte equipe de recepção, que também faça contato com as visitas, sempre em menos de 24 horas após sua ida à igreja (ligar, enviar e-mail, por exemplo).
  • Se possível ofereça um chá ou pequeno lanche saudável após o culto, com o objetivo de envolver os visitantes com os membros, e também de servir àqueles que não puderam comer antes de vir à igreja. (Lembre-se de nossos princípios de apenas oferecer aquilo que é saudável, e de modo atraente e apetitoso). Frutas são uma boa opção. O maior objetivo não é a alimentação em si, mas a interação entre as pessoas.
  • Organize uma “feira de livros” durante a Semana da Família. Escolha uma equipe responsável pela venda de livros adventistas sobre família (veja em http://www.cpb.com.br). Adquira os livros nas lojas da igreja e os revenda todas as noites após o culto.
  • Faça sorteios de alguns dos exemplares da “feira do livro”.
Sugestões de literatura para venda:
  1. Lições da Escola Sabatina.
  2. Meditações Diárias – para serem utilizadas durante o Culto da Família.
  3. Inspiração Juvenil.
  4. O Lar Adventista – todos os casais precisam ler!
  5. Orientação da Criança – todos os pais precisam ler!
  6. Mensagens aos Jovens – todos os jovens devem ler!
  7. Mente, Caráter e Personalidade.
  8. Outros livros adventistas e evangélicos sobre família.
Culto Familiar

Programa de visitação para fortalecimento do Culto da Família – Durante a Semana da Família, organize duplas de casais que visitarão as famílias da igreja de madrugada para fortalecer o culto familiar.

Como deve ser esta visita?
  • Agendar as visitas da semana já no primeiro sábado e distribuí-las entre os visitadores.
  • A visita deve durar no máximo 15 minutos (apenas o tempo para o Culto da Família).
  • Avise que não deve haver refeição.
  • Durante a visita faça três coisas: cantar (um hino), estudar a Bíblia (pode ser a leitura do texto do dia de Meditações Diárias), e orar (ore pelas necessidades da família).
Apelos importantes
  • Todas as noites utilize alguns instantes antes do sermão para motivar a realização diária do Culto da Família, pela manhã e à noite.
  • Faça apelos diretos para o batismo. Só em Cristo é que uma família poderá ser verdadeiramente feliz!
  • A cada noite, pensando nos visitantes, faça propaganda dos Pequenos Grupos, ofereça Cursos Bíblicos, faça inscrições para Classe Bíblica ou para cursos de saúde que devem ser programados para iniciar logo após a semana.
  • Um ótimo curso para acontecer logo após a semana, por exemplo, é de Culinária Vegetariana.

Enfim, não permita que a Semana da Família seja algo isolado do programa da igreja. Planeje de tal forma que esta semana contribua grandemente para o projeto maior da igreja: trazer mais pessoas para o Reino de Deus!

Marcos Faiock Bomfim, Diretor de Ministério da Família – Divisão Sul-Americana

Twitter: @PrMarcosBomfim e @MinistFamilia

Fonte: http://www.portaladventista.org/ministeriosdafamilia/

Nossa Descrição de Trabalho

trabalho-missionario Bom dia a todos. O tema de hoje é: “Nossa Descrição de Trabalho.”
Depois de analisar o evangelho e o testemunho temos condições adequadas de fazer uma declaração do nosso trabalho de acordo com as orientações bíblicas.
Evangelismo é o processo de proclamar o evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de maneira clara e persuasiva, de modo que homens e mulheres O aceitem como Salvador e O sigam como Senhor, para que se tornem discípulos bem como formadores de discípulos.
Assim fazendo, estamos nós seguindo a missão que o Senhor nos confiou quando disse: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Mateus 28:18-20.
O rápido crescimento da igreja primitiva foi devido em grande parte, à convicção e empenho de seus membros. Evidentemente tudo isso passa pelos ensinamentos de Jesus e pelo poder do Espírito Santo.
Nem sempre são as palavras rebuscadas que fazem a diferença. Milhares podem ser alcançados de modo simples e humilde.
Tenham todos um ótimo dia.

Fonte: http://www.stina.com.br/