Inspirando confiança em Deus

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. 1 João 5:4.

Que tipo de fé é a que vence o mundo? É a fé que faz de Cristo seu Salvador pessoal — a fé que, reconhecendo o seu desamparo, sua total incapacidade para salvar a si próprio, se apossa do Ajudador que é poderoso para salvar, como sua única esperança. É a fé que não fica desanimada, que ouve a voz de Cristo dizendo: “‘Tende bom ânimo; Eu venci o mundo’ (João 16:33), e Minha força divina lhe pertence.” É a fé que O ouve dizer: “Eis que estou convosco todos os dias.” Mateus 28:20.

A razão por que as igrejas são fracas, doentias e propensas a morrer, é que o inimigo tem trazido influências de natureza desanimadora a pesar sobre pessoas trêmulas. Ele tem procurado cerrar-lhes os olhos para Jesus, como o Consolador, como Aquele que reprova, que adverte, e que os exorta dizendo: “Este é o caminho, andai por ele.” Isaías 30:21. Cristo tem todo o poder no Céu e na Terra, e Ele pode fortalecer os vacilantes e encaminhar os errantes. Ele pode inspirar-lhes confiança e esperança em Deus; e confiança em Deus sempre resulta em confiança mútua.

Cada indivíduo deve compreender que Cristo é o seu Salvador pessoal; então o amor, o zelo e a firmeza serão manifestos na vida cristã. Por mais clara e convincente que seja a verdade, ela não conseguirá santificar a alma, não conseguirá fortalecê-la e encorajá-la em seus conflitos se não for mantida em contato constante com a vida. Satanás tem alcançado seu maior sucesso ao se interpor entre a pessoa e o Salvador.

Cristo jamais deve ser esquecido. Os anjos disseram a respeito dEle: “E Lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles”. Mateus 1:21. Jesus, precioso Salvador! Certeza, solicitude, segurança e paz, se acham todas nEle. Ele dissipa todas as nossas dúvidas, o penhor de todas as nossas esperanças. Quão precioso é o pensamento de que verdadeiramente podemos tornar-nos participantes da natureza divina, e assim vencer como Cristo venceu! Jesus é a plenitude de nossas expectativas. Ele é a melodia de nossos cânticos, a sombra de uma grande rocha em terra ressecada. Ele é a água viva para a alma sedenta. É o nosso refúgio em meio à tempestade. É a nossa justiça, nossa santificação, nossa redenção. Quando Cristo Se torna nosso Salvador pessoal, exibimos os louvores dAquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.

Cristo morreu porque a lei foi transgredida, e para que o homem culpado pudesse ser salvo da penalidade de sua enorme culpa. Mas a história tem provado que é mais fácil destruir o mundo do que reformá-lo, pois os homens crucificaram o Senhor da Glória, que veio para unir a Terra com o Céu, e o homem com Deus

Ellen G. White, Refletindo a Crfisto, pág. 13.

Fonte: https://setimodia.wordpress.com

Como entender a existência de três pessoas na Divindade, sendo chamadas de um único Deus?

A natureza das três pessoas da Divindade não nos é possível compreender plenamente, mas, pelas evidências escriturísticas, podemos compreender e aceitar Sua existência.

Nossa mente finita não pode entender, mas a Revelação nos diz claramente: “Ouve ó Israel, o Senhor Teu Deus é um único Deus” (Deuteronômio 6:4). Entretanto, se observarmos atentamente as evidências bíblicas, este Deus único é composto de três pessoas distintas.

Apresentaremos, a seguir, uma série de textos sobre as três pessoas da Divindade.

Em Êxodo 3:4 temos a revelação acerca do nome de Deus – “Eu Sou o que Sou”. Normalmente, aceitamos que esse texto está falando de Deus Jeová, o Pai. No entanto, João 8:58 nos diz que os judeus queriam matar Jesus porque Ele disse “EU SOU”. Percebemos aqui que, na verdade, quem se manifestou na sarça ardente (Êxodo 3:4-12) foi Jeová, o Filho. Isso é confirmado pelo relato de Atos, capítulo 7.

Em João 10:30, outra vez os judeus queriam pegar em pedras para matar Jesus. Ele dissera:“Eu e o Pai somos um”. Eles o acusaram de blasfêmia porque Ele se proclamara igual a Jeová, o Pai.

Não entendemos tudo, mas somos chamados a aceitar essa e outras revelações da Palavra – precisamos crer!

Continuando, em 2 Pedro 1:17 nos é declarado que Jesus recebeu de Deus o Pai (Jeová) a honra e a glória quando lhe foi dirigida a voz: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

Aqui temos duas coisas específicas: primeiro, que há uma pessoa chamada Pai; segunda, que Ele é identificado como Jeová (Deus).

Vamos para outras evidências acerca das pessoas da Divindade:

 A Pessoa de Jesus

Em Apocalipse 1:8 lemos: “Eu sou o Alfa e o Ômega (o princípio e o fim), diz o Senhor, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

Quem é esse? Sem dúvida, Deus o Pai.

Examinaremos agora o capítulo 22:7, 13 e 16. “Alfa e Ômega, o princípio e o fim”. Essas expressões são aqui claramente atribuídas a Jesus. Por quê? Porque Ele sendo Deus (Jeová), o Filho também pode assumir esses títulos.

O título “Filho do homem” é atribuído a Jesus (Apocalipse 1:12). Já os versos 17 e 18 fazem referência a esse Filho do homem como o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Jesus, sem dúvida, é Deus (Jeová), o Filho.

Coloquemos lado a lado Isaías 44:6 e Apocalipse 1:17 e 18. Há dois “primeiro e último”, dois “Alfa e Ômega”. É a mesma pessoa falando em distintas ocasiões!

Até este ponto, temos mostrado que há duas pessoas: Pai e Filho e ambas são chamadas de Jeová. Romanos 9:5 é um texto adicional para mostrar que Cristo é “Deus bendito eternamente”.

 A Pessoa do Espírito Santo

Saiamos em busca da terceira pessoa. Há uma terceira pessoa identificada como o Espírito Santo e que também se chama Jeová (Deus).

Em Atos 5, há um texto interessante que nos passa por alto quando lemos apressadamente. Temos ali a história de Ananias e Safira.

Nos versos 3 e 4, lê-se: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da verdade? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Quem é esse Espírito Santo? A resposta está no verso 4: “Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Duas coisas: Pedro apresenta (verso 3) o Espírito Santo como uma pessoa e, no verso 4, reconhece que essa pessoa é Deus (Jeová).

O capítulo 13:1 e 2 de Atos tem mais detalhes. Ali nos diz que o Espírito Santo falou: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado”.

Notemos que o Espírito Santo fala e faz um chamado especial (para serviço) sem qualquer intermediário. Ele fala, decide, escolhe, separa (chama) a quem Ele deseja.

Conclusão: há três pessoas que são chamadas igualmente de Deus ou Jeová.

 Evidências Adicionais:

 Na encarnação – Lucas 1:35 – As três pessoas, em diferentes funções, são mencionadas.

  1. Batismo de Jesus – Mateus 3:16 e 17 – O Pai, o Filho e o Espírito Santo presentes por ocasião do batismo.
  2. A comissão evangélica – Mateus 28:19 – Outra vez encontramos a Trindade na fórmula oferecida para o batismo dos crentes.
  3. Na Ressurreição de Jesus – Atos 3:26; 2 Tessalonicenses 1:10; João 2:19-21 – Temos o Pai e o Filho envolvidos na ressurreição. Para completar o quadro, temos Romanos 8:11. Aqui o Espírito é apresentado como autor da ressurreição de Cristo. Atos 17:31 menciona Deus, o Pai, ressuscitando. O Deus triúno participou na ressurreição de Jesus.
  4. Bênção apostólica – 2 Coríntios 13:13 – Outra vez, o Pai, o Filho e o Espírito Santo atuando em favor da igreja cristã.

 Muito mais poderia ser acrescentado, pois há dezenas e centenas de textos para formar um quadro mais amplo. Em toda a Escritura temos evidência da ação de três Pessoas amorosas, poderosas, oniscientes e onipresentes unidas em um só propósito: salvar Seus filhos e guiá-los para a felicidade eterna.

“Esse é o nosso Deus a quem aguardamos; nele gozaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9). E afinal, não é exatamente isso que esperávamos dEle?

 Pr. Dermival Reis

Fonte: http://esperanca.com.br

Dom de cura: como saber se é de Deus ou não?

A Palavra de Deus apresenta o dom da cura como sendo uma possibilidade de Deus e de Satanás. Jesus realizou muitos milagres de cura. Pedro, após ter alcançado a cura do coxo junto à porta chamada Formosa, afirmou claramente que aquele ato foi realizado pelo poder de Cristo Jesus e não pela sua capacidade (Atos 3:12-16).

Assim, em toda a Escritura, a possibilidade de cura é alcançada pelo poder de Deus. Os instrumentos usados para tal milagre podem ser profetas, apóstolos ou alguém designado por Deus. A ciência e os médicos também podem ser usados hoje como instrumentos nas mãos de Deus para a operação de curas. As Escrituras não limitam a possibilidade de cura a uma determinada época ou período. Os milagres dão evidência do poder de Deus, mas não nos esqueçamos da contrafação satânica. Vejamos como isso acontece.

O apóstolo Paulo descreve a ação fraudulenta de Satanás em 2 Coríntios 11:13-15. Ele se disfarça em anjo de luz e assim também os seus apóstolos. O livro do Apocalipse apresenta os sinais e maravilhas da besta que representa Satanás e o Anticristo (Apocalipse 13:13 e 14, 16:13 e 14). Em seu sermão profético, Jesus evidencia a ação devastadora dos falsos Cristos e falsos profetas enganando até os escolhidos (Mateus 24:24).

Em Mateus 7:22,23 Jesus relata a decepção que muitos supostos cristãos experimentarão, por ocasião da Sua volta. Segundo este relato, alguns expulsaram demônios, outros profetizaram e outros fizeram muitos “milagres”. Mas para o horror deles, Jesus dirá: “Apartai-vos de Mim, não vos conheço”.

Como saber se a cura foi efetuada por Deus ou Satanás?

O próprio Jesus responde (Mateus 7:21-23). A cura dá evidências da ação de um poder satânico ou divino. Ninguém deve acreditar num pregador ou apóstolo só porque realiza milagres. Se a sua vida e os seus ensinos não estiverem de acordo com a doutrina bíblica de nada servirão tais milagres (Isaías 8:19 e 20). A cura não prova a verdade e sim a verdade (bíblica) é que prova a cura.

Há inúmeras religiões que falam muito de fé, mas se não houver cura, se não houver enriquecimento, não há motivação para seguir a Cristo. Será isto fé ou barganha? Se não houver compensação não há relacionamento? O apóstolo Paulo pediu para Deus curá-lo de sua enfermidade, mas Deus não o curou. Quer dizer então que o apóstolo Paulo não tinha fé? Cristo disse que seria melhor perder um olho, um braço ou a própria vida, do que perder a vida eterna. Em Isaias 35:5 e 6 o profeta fala do tempo quando Deus virá restaurar a Terra, então os cegos, coxos, mudos e surdos serão curados pelo poder do Seu amor. Portanto, Deus nunca prometeu curar todos os que acreditam nEle, mas prometeu levá-los para o Seu lar onde não haverá mais morte nem dor (Apocalipse 21:1-4).

Nos primórdios da era cristã, Deus deu à igreja o dom da cura e outros dons, para dar crédito à pregação das boas-novas da salvação provida por um Deus que foi morto por simples mortais. Isto naquela época era loucura para os incrédulos. Os dons dados à Igreja eram para ser evidências do poder de Deus na vida de Seus humildes servos.

Note que a ênfase da pregação do evangelho que revolucionou o mundo não era baseada no dom da cura, mas no amor de Jesus demonstrado na cruz do calvário. Será que não havia doentes naquele tempo? Com certeza muitos! Mas os discípulos jamais usaram a cura como um meio de propagar suas crenças. As pessoas não estavam interessadas na cura, mas na nova vida oferecida por Cristo.

Satanás tem deturpado tudo o que Deus criou para a felicidade eterna do homem: o sexo, a música, a dança, os divertimentos, os alimentos, os dons espirituais, etc… Tanto é que Cristo advertiu-nos a respeito dos falsos cristos, falsos profetas, falsos milagres, etc. Hoje há muita exploração comercial e espiritual em torno das curas, onde se vê charlatanismo, truques baratos, autossugestão, e manifestações demoníacas. Graças a Deus que nossa salvação não depende de curas e milagres, mas sim da pessoa de Jesus. Ele é o único nome para a nossa salvação (Atos 4:12). Cremos que Jesus pode e realiza milagres e curas maravilhosas, mas não é por isso que cremos nEle. Cremos nEle porque na cruz Ele demonstrou ser o nosso amorável Salvador!

Cremos que a atitude mais correta é seguir os conselhos da Palavra de Deus, onde com segurança encontramos luz para o nosso caminho durante a jornada neste mundo coberto pelas trevas do egoísmo. A Bíblia diz: “Examinai tudo e retende o que é bom; Nem todo o que diz Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Meu pai”.

Fonte: http://esperanca.com.br

Só Jesus subiu ao Céu?

Se Jesus disse que somente ele subiu aos céus, o que dizer de Elias, Moisés e Enoque?
Se Deus não faz acepção de pessoas, por que Ele cura uns e não cura outros?
Enoque está no Céu?
As crianças sofrerão as pragas mencionadas no Apocalipse?
Haverá distinção sexual no Céu?
Em Atos 19:12 objetos são usados para curar pessoas, como explicar isso?
Qual casamento é válido diante de Deus, o civil ou religioso?
Miguel realmente é Jesus?
O sábado foi instituído somente na criação ou ele sempre existiu e todos o guardam?
A prática da unção com óleo ainda é válida?
MOMENTO DA MENTIRA – Devemos orar pelos mortos?
O que acontece com a alma após a morte?
Por que a blasfêmia contra o Espírito Santo não tem perdão?
Deus faz revelações para trazer sofrimentos?

Exibido em 27/01/2015

Fonte: http://novotempo.com/namiradaverdade

Estilo de vida saudável pode diminuir risco de doenças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nessa segunda-feira, 19 de janeiro, um relatório global sobre as chamadas doenças não transmissíveis de 2014 com dados impressionantes. Um deles diz que, por ano, 38 milhões de pessoas no mundo perdem a vida por conta de enfermidades como doenças cardiovasculares, cânceres, doenças crônicas respiratórias e diabetes. Conforme as estatísticas da OMS, grande parte das mortes por esse tipo de doenças ocorre de maneira prematura (antes dos 70 anos de idade) e é evitável. Em 2012, pelo menos 42% dessas mortes não precisariam ter ocorrido.

De acordo com o relatório do órgão internacional, mortes prematuras decorrentes de doenças não transmissíveis podem ser reduzidas por meio de políticas sociais que envolvem diminuição da produção de tabaco, redução do uso do álcool, eliminação de dietas não saudáveis e combate à inatividade física. A meta da OMS é baixar em 25% essa taxa de mortes prematuras até 2025 com o estímulo a essas ações governamentais.

Estilo de vida

Quando se fala de fatores de risco, no entanto, é possível compreender que um estilo de vida saudável é responsável imediato pela prevenção. Vai além, portanto, de políticas públicas e tem muito a ver com uma conscientização individual. A OMS informa, por exemplo, que cerca de 3 milhões e 200 mil mortes anuais podem ser atribuídas à insuficiente atividade física. Outro exemplo vem a partir da alimentação. Dados de 2010 indicam que 1 milhão e 700 mil mortes anuais por causas cardiovasculares estão associadas ao consumo excessivo de sal.

Os adventistas do sétimo dia, grupo religioso cristão, propõem, esse ano, a distribuição de quase 22 milhões de exemplares do livro Viva com Esperança   (download grátis do livro em http://vivacomesperanca.com.br) que ajuda justamente a conscientizar sobre os hábitos que podem reduzir esses índices. Ações práticas de saúde preventiva também devem acontecer ao longo do ano promovidas pelos 2 milhões e meio de membros da denominação, especialmente no mês de maio.

O projeto Viva com Esperança deverá associar a prevenção de saúde com a espiritualidade. Tanto que o próprio livro foi organizado por um médico, o cardiologista Peter Landless, e pelo pastor Mark Finley. Segundo os autores, é impossível separar a natureza espiritual da fisiológica do ser humano. A respeito do livro, o prefácio vai justamente ao encontro do que as estatísticas da OMS apontam: “ao caminhar por estas páginas e refletir sobre sua saúde, você reconhecerá que, para alcançar a felicidade total, provavelmente precisará fazer ajustes na direção de sua vida”.

[Equipe ASN, da Redação]

Fonte: http://esperanca.com.br

Por que os seres humanos têm lábios?

[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] Observando a natureza, é fácil surgir a pergunta: Para que servem os lábios? Os pássaros vivem muito bem sem eles, os lábios das tartarugas são rígidos como bicos e, mesmo com os lábios existindo na maioria dos mamíferos, o homem é o único a tê-los permanentemente voltados para fora. Os cientistas dizem que os lábios são tão importantes que até compensam o fato de, às vezes, serem mordidos enquanto mastigamos. Usar os lábios para sugar é uma das primeiras habilidades que temos ao nascer. Essa aptidão fundamental para nossa sobrevivência é conhecida como “reflexo primitivo”. Todos nós nascemos sabendo sugar e não precisamos aprender. E isso vale para quase todos os mamíferos. E é esse reflexo que, combinado com outra resposta primitiva, o reflexo de busca, permite aos recém-nascidos mamar.

O reflexo de busca funciona ao se girar a cabeça do bebê para estar de frente para qualquer coisa que toque sua boca ou sua bochecha. Assim que ele agarra algo com seus lábios, seu reflexo de sucção é ativado. Apesar de a língua fazer boa parte do trabalho na mamada, os lábios são essenciais para manter um lacre que permite ao bebê engolir o leite. Isso significa que mamar, seja no peito ou na mamadeira, não é um comportamento passivo do bebê. É quase como uma conversa, com cada lado fazendo sua parte em uma dança cuidadosamente coreografada pela evolução [e antes que essa “dança evoluísse”, como os bebês sobreviviam?]. E os lábios estão no centro dessa dança.

Os lábios também são importantes no ato de comer e na fala. Em linguística, os lábios representam um dos muitos pontos de articulação – partes da boca e da garganta que ajudam a bloquear o ar que vem dos pulmões e formar os fonemas. A fala é um aspecto crucial da vida humana, mas talvez não tão divertida quanto o beijo.

O beijo não é universal, mas aparece em 90% das culturas. Suas raízes estão na biologia, talvez uma combinação de impulsos natos com um comportamento adquirido. Sabemos que outras espécies também se beijam. Os chimpanzés fazem isso para se reconciliar após uma briga e os bonobos usam a língua.

Em uma edição da publicação Scientific American Mind de 2008, o escritor Chip Walter argumentou, citando o zoólogo britânico Desmond Morris, que o beijo pode ter se originado do costume primata de mastigar alimentos e passá-los para a boca dos filhotes. O encontro dos lábios pode então ter se tornado uma maneira de aliviar a ansiedade. [Quanta imaginação, não acha?]

Alguns estudos de condicionamento sugerem que, após estimular os lábios com comidas, o simples ato de tocá-los já provoca sentimentos de prazer. Acrescente aí a grande presença de terminações nervosas dos lábios, e você terá a receita do êxtase.

Os lábios são tecidos especialmente sensíveis. A parte do cérebro responsável por detectar o toque é chamada de córtex somatossensorial e fica no topo do cérebro, em uma área chamada de giro pós-central. [Pensando na tese da complexidade irredutível, vem a pergunta: O que surgiu primeiro, as terminações nervosas táteis dos lábios ou a área específica do cérebro responsável por detectar o toque? Uma delas teria utilidade sem a outra?]

Todas as sensações de tato são enviadas para serem processadas aqui, e cada parte do corpo tem sua própria subdivisão dentro do giro pós-central. Seu tamanho reflete a densidade de receptores. [E aí, o que lhe sugere: design inteligente ou mutações acidentais filtradas pela seleção natural?]

A parte que recebe sensações do peito e da barriga é relativamente pequena, enquanto as que processam as sensações das mãos e dos lábios são enormes.

Segundo o pesquisador Gordon Gallup, nas culturas em que não existe o beijo, “parceiros sexuais podem assoprar os rostos um do outro, ou ainda lamber, sugar ou esfregar o rosto do outro antes do ato sexual”. Já o chamado “beijo de esquimó” não se limita a esfregar os narizes, mas sim trocar odores. É possível que o ato de beijar tenha surgido como uma maneira prazerosa de sentir e filtrar possíveis parceiros.

Gallup estudou o comportamento de um grupo que deveria saber bastante sobre o beijo: estudantes universitários americanos. Ele e seus colegas descobriram que uma das principais maneiras de as mulheres determinarem se um parceiro era ou não um bom beijador usava pistas químicas, como o gosto e o cheiro. Elas também disseram que provavelmente não fariam sexo com um homem sem antes beijá-lo.

Outra pesquisa de Gallup perguntou a voluntários se já tinham perdido o interesse em alguém que consideravam atraente após o primeiro beijo. Entre os homens, 59% disseram que sim e 66% das mulheres concordaram.

Mesmo tendo se concentrado em estudantes americanos, os estudos de Gallup, quando comparados com dados multiculturais e com evidências de pesquisas com animais, mostram que o contato íntimo propiciado pelo beijo pode nos ajudar a julgar a possível adequação de um parceiro.

É por isso que vale a pena ter lábios – mesmo que de vez em quando eles rachem com o vento ou acabem mordidos sem querer.

(BBC Brasil)

Nota: “Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho” (Cânticos 1:2). Explicação mais simples: o beijo é um presente de Deus criado para ser desfrutado por duas pessoas comprometidas em amor. [MB]

Fonte: http://www.criacionismo.com.br

50 mil orações respondidas

George Muller (foto) foi um homem de oração. Construiu vários orfanatos e sustentou milhares de órfãos sem pedir nada para ninguém. Apenas para Deus. Tinha calos nos joelhos. Leu a Bíblia mais de 100 vezes.

Anos atrás li um dos muitos livros que contam relatos impressionantes de respostas às orações. O título já é sugestivo: “50 mil orações respondidas”. Muller registrava, como um cuidadoso contabilista, o dia do pedido e a data da resposta recebida de Deus.

Todo esse ministério de serviço voluntário foi desenvolvido na Inglaterra, porém Muller nasceu na Prússia, em 1805. Convertido, depois de anos de devassidão e pecado, mereceria um lugar na galeria dos homens da fé, em Hebreus 11.

Entre tanta coisa que existe sobre a vida deste homem de Deus (eu sou um fã dele e já vivi algumas experiências parecidas – ah, também nascemos no mesmo dia, 27 de setembro), deixou cinco condições para uma oração eficaz:

1 – Plena dependência nos méritos e mediação do Senhor Jesus Cristo – a única base do recebimento das bênçãos de Deus.

2 – Separação de todo pecado conhecido; se atentarmos à iniqüidade nos nossos corações, o Senhor não nos ouvirá, pois tal seria aprovar o pecado.

3 – A fé na Palavra de Deus, confirmada pelo seu juramento; não crer nEle, seria fazê-lo mentiroso e perjuro.

4 – Pedir segundo a vontade de Deus; precisamos ter motivos puros, não apenas buscar alguma coisa de Deus para despendê-la nas nossas cobiças.

5 – A insistência em suplicar, esperando em Deus e por Ele, como o lavrador espera o precioso fruto da terra.

George Muller praticava continuamente a oração intercessora. Orava pelos amigos, pelos não convertidos, por aqueles que estavam distantes do Senhor. Certa feita orou pela conversão dos  três filhos de um amigo. Depois de 10 anos o primeiro converteu-se. Continuou orando pelos outros dois. Quase dez anos depois o segundo aceitou Jesus. Persistiu orando pelo terceiro. Este se converteu pouco tempo depois da morte de Muller.

E você? Tem feito da oração a “respiração da alma”? Escolha três amigos (ou inimigos!) e comece a orar por eles. Aliás, tem um projeto novo começando na internet chamado Oro Por Você. Uma agenda virtual de oração onde você pode registrar seus pedidos, agradecimentos, orar pelos outros e receber orações.

Siga aí as dicas de George Muller. Mantenha sintonia constante com o Rei do Universo. Ele tem prazer em responder!
(Amilton Menezes)

Fonte: http://oroporvoce.com/blog