Nosso Deus é um Deus bom

TEMPO DE REFLETIR 437 – 13 de março de 2015

“Pois o Senhor é bom e o Seu amor leal é eterno; a Sua fidelidade permanece por todas as gerações” (Sl 100:3).

Você é afetado diante da morte de alguém que você ama…

Por que o pesar se prolonga? Porque você está lidando com algo mais do que lembranças: está lidando com amanhãs não vividos. Você não está apenas lutando contra a tristeza: está lutando contra o desapontamento. Também está lutando contra a raiva.

Ela pode estar na superfície. Pode estar no subterrâneo. Pode ser uma chama. Pode ser um maçarico. Mas a raiva vive na casa da tristeza. Raiva de si mesmo. Raiva da vida. Raiva do exército, do hospital ou do sistema rodoviário. Mas, acima de tudo, raiva de Deus. Raiva que assume a forma de uma pergunta de duas palavras: por quê? Por que ele? Por que ela? Por que agora? Por que nós?

Eu e você sabemos que não podemos responder a essa pergunta. Apenas Deus sabe as razoes por trás de seus atos. Mas aqui está uma verdade fundamental sobre a qual podemos nos firmar: nosso Deus é um Deus bom.

“Tu, Senhor, És bom. Bom e justo é o Senhor” (Sl 25:7-8).

“Provem, e vejam como o Senhor é bom” (Sl 34:8).

Deus é um Deus bom. Devemos começar aqui. Ainda que não entendamos Seus atos, podemos confiar em Seu coração. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música:Márcia Layane, “Deus é bom”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13982

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Ele está conosco nas tempestades da vida

TEMPO DE REFLETIR 435 – 11 de março de 2015

“Nele temos colocado a nossa esperança de que continuará a livrar-nos, enquanto vocês nos ajudam com as suas orações” (II Coríntios 1:10-11).

O barco se inclinava e era arremessado de um lado para outro. A chuva caía do céu noturno a cântaros. Relâmpagos cortavam a escuridão como espadas de prata. Os ventos golpeavam as velas, deixando o barco dos discípulos, “a considerável distância da terra, fustigado pelas ondas” (Mt 14:24).

Seria essa uma descrição precisa, talvez, do estágio em que você se encontra na vida? Talvez tudo o que precisamos fazer seja substituir alguns substantivos…

No meio de um divórcio, golpeado pela culpa.

No meio de uma dívida, golpeado pelos credores.

Os discípulos lutaram contra a tempestade por nove frias e molhadas horas. Por volta das quatro horas da manhã, o inacreditável aconteceu. Eles viram alguém caminhando sobre a água. “’É um fantasma!’ E gritaram de medo” (Mt 14:26).
Eles não esperavam que Jesus fosse até eles daquela maneira.

Nós também não. Esperamos encontrar Jesus nos devocionais matutinos e na ceia da igreja. Nunca esperamos vê-Lo no meio de um processo legal, da execução de uma hipoteca ou numa guerra. Nunca esperamos vê-Lo numa tempestade. Mas é nas tempestades que Ele realiza Sua obra mais refinada, pois é nas tempestades que Ele tem nossa mais dedicada atenção. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música: Riane Junqueira, “Olhar e confiar”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13975

Nenhuma mancha de pecado

TEMPO DE REFLETIR 433 – 9 de março de 2015

“[Jesus] passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

O que diferenciava Jesus? Quando se trata de Sua pureza de mente, recebemos esta afirmação surpreendente: Cristo “não tinha pecado” (2Co 5:21). Pedro diz que “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em Sua boca” (1Pe 2:22). João viveu próximo dEle por três anos e concluiu: “Nele não há pecado” (1Jo 3:5).

Sua alma era imaculada e impressionante – foi o testemunho daqueles que O conheceram. Seu irmão carnal, Tiago, chamou a Cristo de “o justo” (Tg 5:6). Pilatos não conseguiu encontrar nEle “motivo algum de acusação” (Jo 18:38). Judas admitiu que, ao trair a Cristo, traiu “sangue inocente” (Mt 27:4).

Cristo foi seguido por Seus discípulos, analisado pelas multidões, criticado pela família e investigado pelos inimigos, mas nem uma única pessoa pôde lembrar-se de vê-lo cometer um único pecado. Ele nunca foi visto no lugar errado. Nunca disse uma palavra errada. Jamais agiu da maneira errada. Ele nunca pecou. Não que não tenha sido tentado, é bom destacar. Ele “passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4:15).

A luxúria O cortejou. A ganância O atiçou. O poder O chamou. Jesus, porém, foi tentado e resistiu.

Aqueles que mais conheciam a Cristo, falaram que Sua pureza caminhava em uníssono com Sua convicção. E, porque Ele não tinha pecado, Sua mente era imaculada. (ML)


Ficha Técnica:
-> Música: Rafaela Pinho, “Teu olhar me encontrará”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13964

Não desista!

TEMPO DE REFLETIR 419 – 23 de fevereiro de 2015

“Portanto… corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta” (Hebreus 12:1).

Muitas pessoas tem uma perspectiva excessivamente idealista da vida cristã. Elas acham que deveria ser uma série ininterrupta de experiências místicas. Elas leem livros e revistas cristãs e ouvem testemunhos pessoais de eventos comoventes e concluem que a vida toda é assim. Em seu mundo dos sonhos, não há problemas, decepções, dificuldades e complicações. Não há trabalho duro, rotina diária ou monotonia. É o sétimo céu. Quando percebem que suas vidas não seguem este padrão, sentem-se desanimadas, desiludidas e desprivilegiadas.

A verdade é esta: A maior parte da vida cristã é o que G. Campbell Morgan chama de “o caminho da árdua perseverança ao fazer coisas aparentemente pequenas”. Esta é a forma como eu a vejo. Houve inúmeras tarefas simples, longas horas de estudo e disciplina, de serviços sem resultados aparentes. Às vezes surge a pergunta: “Estamos realmente fazendo alguma coisa?” Exatamente neste ponto o Senhor nos dá um sinal de encorajamento, uma resposta maravilhosa a um pedido de oração, uma palavra clara de orientação; e me sinto fortalecido para continuar mais um pouco.

A vida cristã é uma corrida de longa distância, não um tiro de 100 metros e precisamos de resistência para corrê-la. É importante começar bem, mas o que realmente conta é a resistência que nos capacita a terminar com um glorioso resplendor.

Enoque sempre terá um lugar de honra entre as histórias de persistência. Ele andou com Deus – pense nisto – por 300 anos (Gênesis 5:22). Porém, não devemos pensar que estes foram anos de glamour puro ou empolgação ininterrupta. Em um mundo como o nosso, é inevitável que ele tenha tido sua porção de dificuldades, complicações e até mesmo perseguições. No entanto, ele não cansou de fazer o bem. Ele persistiu até o fim.

Se você for tentado a desistir, lembre-se das palavras de Hebreus 10:36. “… Tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa”. (WM)


Ficha Técnica:
-> Música: Nadson Portugal, “No abrigo dos Teus braços”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13921

Como posso desenvolver a fé?

19-fe
TEMPO DE REFLETIR 415 – 19 de fevereiro de 2015

“O homem creu na palavra de Jesus e partiu” (João 4:50).

Com muita frequência ouvimos pessoas dizendo: “Minha fé é muito fraca. Não sei se Deus ouve minhas orações ou não. Como posso desenvolver a fé? O que posso fazer para que ela cresça?”

E quanto a você? Realmente acreditamos que Jesus fará as coisas que promete fazer por nós? Você aceita as promessas dEle de perdoar seus pecados e guia-lo diariamente? Você é como o homem de fé no evangelho de João, o qual “creu na palavra de Jesus e partiu”?

Leia a história do oficial em João 4. Ele rogou para que Jesus fosse à sua casa e lhe curasse o filho à beira da morte. Jesus lhe disse: “Vai… teu filho vive” (4:50). O homem acreditou e voltou para casa. Quando chegou, no dia seguinte, soube que na hora exata em que Jesus lhe havia falado, desfizera-se o pode letal da febre que atacava seu filho. Cristo havia honrado sua fé.

Como podemos desenvolver o mesmo tipo de fé: A Bíblia revela vários segredos para aumentar nossa fé. Primeiro, peça a Jesus, como os discípulos fizeram: “Aumenta-nos a fé” (Lc 17:5). Segundo, a fé é um dom (ver 1Co 12:7-9), e ao orarmos por mais fé, e depois agirmos com base nessa fé, receberemos mais fé. Terceiro, fortaleceremos nossa fé ao aprender a confiar não em nossa própria fé, mas no poder de Deus (1Jo 5:14 e 15). Quarto, outro segredo é alimentar-nos da Palavra de Deus como forma de incrementar nossa fé (Rm 10:17). Quinto, os apóstolos fortaleceram sua fé ao considera-la invencível (1Jo 5:4) e andar no caminho da obediência. Sexto, obtemos fé mais robusta quando, após fervorosa oração, recebemos as coisas que pedimos (1Jo 5:14 e 15).

A vida presente é na verdade uma escola da fé. Pedimos de Deus coisas maiores e ainda maiores, e depois O honramos confiando nEle. Lembre-se: exercer fé é vital, pois a fé em Jesus, nosso Salvador crucificado e ressurreto, é a chave para a vida eterna (Jo 3:14 e 15). Devemos falar de fé, viver a fé e agir pela fé. Nunca fale de desânimo, mas de esperança e vitória. Continuamos olhando para cima, avançando sempre pela fé.


Ficha Técnica:
-> Texto: H.M.S. Richards Jr
-> Música: Pryscilla Just, “Minha fé está bem firmada”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

Fonte: http://www.wgospel.com/?p=13903

50 mil orações respondidas

George Muller (foto) foi um homem de oração. Construiu vários orfanatos e sustentou milhares de órfãos sem pedir nada para ninguém. Apenas para Deus. Tinha calos nos joelhos. Leu a Bíblia mais de 100 vezes.

Anos atrás li um dos muitos livros que contam relatos impressionantes de respostas às orações. O título já é sugestivo: “50 mil orações respondidas”. Muller registrava, como um cuidadoso contabilista, o dia do pedido e a data da resposta recebida de Deus.

Todo esse ministério de serviço voluntário foi desenvolvido na Inglaterra, porém Muller nasceu na Prússia, em 1805. Convertido, depois de anos de devassidão e pecado, mereceria um lugar na galeria dos homens da fé, em Hebreus 11.

Entre tanta coisa que existe sobre a vida deste homem de Deus (eu sou um fã dele e já vivi algumas experiências parecidas – ah, também nascemos no mesmo dia, 27 de setembro), deixou cinco condições para uma oração eficaz:

1 – Plena dependência nos méritos e mediação do Senhor Jesus Cristo – a única base do recebimento das bênçãos de Deus.

2 – Separação de todo pecado conhecido; se atentarmos à iniqüidade nos nossos corações, o Senhor não nos ouvirá, pois tal seria aprovar o pecado.

3 – A fé na Palavra de Deus, confirmada pelo seu juramento; não crer nEle, seria fazê-lo mentiroso e perjuro.

4 – Pedir segundo a vontade de Deus; precisamos ter motivos puros, não apenas buscar alguma coisa de Deus para despendê-la nas nossas cobiças.

5 – A insistência em suplicar, esperando em Deus e por Ele, como o lavrador espera o precioso fruto da terra.

George Muller praticava continuamente a oração intercessora. Orava pelos amigos, pelos não convertidos, por aqueles que estavam distantes do Senhor. Certa feita orou pela conversão dos  três filhos de um amigo. Depois de 10 anos o primeiro converteu-se. Continuou orando pelos outros dois. Quase dez anos depois o segundo aceitou Jesus. Persistiu orando pelo terceiro. Este se converteu pouco tempo depois da morte de Muller.

E você? Tem feito da oração a “respiração da alma”? Escolha três amigos (ou inimigos!) e comece a orar por eles. Aliás, tem um projeto novo começando na internet chamado Oro Por Você. Uma agenda virtual de oração onde você pode registrar seus pedidos, agradecimentos, orar pelos outros e receber orações.

Siga aí as dicas de George Muller. Mantenha sintonia constante com o Rei do Universo. Ele tem prazer em responder!
(Amilton Menezes)

Fonte: http://oroporvoce.com/blog