O mistério do pecado

Oculto na coluna de nuvens, Cristo deu direções acerca desse amor. Estabeleceu distinta e claramente os princípios do Céu como regras que Seu povo escolhido devia observar em seu trato uns com os outros. Esses princípios viveu Cristo em Sua vida na humanidade. Apresentou em Seus ensinos os motivos que devem governar a vida de Seus seguidores.

Os que partilham do amor de Deus mediante a recepção da verdade, darão testemunho disso fazendo diligentes e abnegados esforços para levar a outros a mensagem do amor de Deus. Tornam-se assim colaboradores de Cristo. O amor a Deus e uns aos outros, une-os com Cristo por cadeias de ouro. Sua vida está ligada com a dEle em santa e elevada união. … Esta união faz com que fluam continuamente abundantes correntes do amor de Cristo aos corações, daí fluindo em amor aos outros.

As qualidades essenciais a todos a fim de conhecerem a Deus, são as que assinalam a inteireza do caráter de Cristo — Seu amor, Sua paciência, abnegação. Esses atributos são cultivados pela prática de atos de bondade com benigno coração.

Ellen G. White, Para Conhecê-lo.

Fonte: https://setimodia.wordpress.com/

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50 mil orações respondidas

George Muller (foto) foi um homem de oração. Construiu vários orfanatos e sustentou milhares de órfãos sem pedir nada para ninguém. Apenas para Deus. Tinha calos nos joelhos. Leu a Bíblia mais de 100 vezes.

Anos atrás li um dos muitos livros que contam relatos impressionantes de respostas às orações. O título já é sugestivo: “50 mil orações respondidas”. Muller registrava, como um cuidadoso contabilista, o dia do pedido e a data da resposta recebida de Deus.

Todo esse ministério de serviço voluntário foi desenvolvido na Inglaterra, porém Muller nasceu na Prússia, em 1805. Convertido, depois de anos de devassidão e pecado, mereceria um lugar na galeria dos homens da fé, em Hebreus 11.

Entre tanta coisa que existe sobre a vida deste homem de Deus (eu sou um fã dele e já vivi algumas experiências parecidas – ah, também nascemos no mesmo dia, 27 de setembro), deixou cinco condições para uma oração eficaz:

1 – Plena dependência nos méritos e mediação do Senhor Jesus Cristo – a única base do recebimento das bênçãos de Deus.

2 – Separação de todo pecado conhecido; se atentarmos à iniqüidade nos nossos corações, o Senhor não nos ouvirá, pois tal seria aprovar o pecado.

3 – A fé na Palavra de Deus, confirmada pelo seu juramento; não crer nEle, seria fazê-lo mentiroso e perjuro.

4 – Pedir segundo a vontade de Deus; precisamos ter motivos puros, não apenas buscar alguma coisa de Deus para despendê-la nas nossas cobiças.

5 – A insistência em suplicar, esperando em Deus e por Ele, como o lavrador espera o precioso fruto da terra.

George Muller praticava continuamente a oração intercessora. Orava pelos amigos, pelos não convertidos, por aqueles que estavam distantes do Senhor. Certa feita orou pela conversão dos  três filhos de um amigo. Depois de 10 anos o primeiro converteu-se. Continuou orando pelos outros dois. Quase dez anos depois o segundo aceitou Jesus. Persistiu orando pelo terceiro. Este se converteu pouco tempo depois da morte de Muller.

E você? Tem feito da oração a “respiração da alma”? Escolha três amigos (ou inimigos!) e comece a orar por eles. Aliás, tem um projeto novo começando na internet chamado Oro Por Você. Uma agenda virtual de oração onde você pode registrar seus pedidos, agradecimentos, orar pelos outros e receber orações.

Siga aí as dicas de George Muller. Mantenha sintonia constante com o Rei do Universo. Ele tem prazer em responder!
(Amilton Menezes)

Fonte: http://oroporvoce.com/blog

O exemplo do crente

renuncia-do-eu Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente. Tito 2:11, 12.

Temos uma grande obra para fazer, se quisermos herdar a vida eterna. Temos de renunciar à impiedade e às concupiscências mundanas, e viver uma vida de justiça. … Não há para nós salvação, exceto em Jesus; pois é pela fé nEle que recebemos poder para tornar-nos filhos de Deus; não é essa, porém, simples fé passageira; é uma fé que realiza as obras de Cristo. … A fé viva manifesta-se na exibição de um espírito de sacrifício e dedicação para com a causa de Deus. Os que o possuem acham-se sob o estandarte do Príncipe Emanuel, e travam com êxito uma batalha contra os poderes das trevas. Estão dispostos a fazer o que quer que seu Comandante ordene. Todos são exortados a ser exemplos “dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12); pois devemos, no presente e ímpio mundo, “viver sóbria, justa e piamente” (Tito 2:12), representando o caráter de Cristo, e manifestando o Seu espírito.

Os que estão ligados a Jesus acham-se em união com o Criador e Mantenedor de todas as coisas. Têm um poder que o mundo não pode dar nem tomar. Mas, conquanto grandes e exaltados privilégios lhes tenham sido conferidos, não devem simplesmente alegrar-se em suas bênçãos. Como mordomos da multiforme graça de Deus, devem tornar-se uma bênção aos outros. Confiou-se-lhes uma grande verdade, e “a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá”. Lucas 12:48. Pesadas responsabilidades repousam sobre todos os que receberam a mensagem para este tempo. Devem exercer uma influência que atraia a outros para a luz da Palavra de Deus. … Nós somos guardadores de nosso irmão.

Se formos fiéis crentes em Jesus, estaremos a juntar raios da glória, e derramaremos luz sobre o sombrio caminho dos que nos rodeiam. Revelaremos o gracioso caráter de nosso Redentor, e muitos serão, por nossa influência, atraídos a contemplar “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29.

Fonte: Ellen G. White, Cuidado de Deus, pág. 147.

É possível viver uma vida santa?

conversao_thumb1 1Viver em santidade significa separar-se do mundo. Isso não quer dizer  que você terá de fugir para as montanhas, isolar-se e nunca mais falar com incrédulos. Significa que terá de separar seu coração do sistema de valores do mundo e valorizar as coisas que Deus considera mais importantes.

2Viver em santidade significa purificar-se. Purificar-se não é vestir uma túnica branca e cobrir tudo o que não é santo em sua vida. Antes, é pedir para o Deus santo purificar seu coração.

 

3Viver em santidade significa viver no Espírito, e não na carne. Nossos pensamentos carnais podem desqualificar-nos tanto quanto nossas ações. Ore para Deus ajudar você a viver no Espírito, não na carne.

4Viver em santidade significa afastar-se da imoralidade sexual. A maior mentira na qual nossa sociedade acredita é imaginar que o pecado sexual é aceitável. Peça para Deus manter você sexualmente puro na mente e no corpo.

5Viver em santidade significa ser santificado por Jesus. Uma vez que aceitamos a Jesus, não podemos manter nosso antigo estilo de vida pecaminoso. Agora que Cristo vive em nós e o Espírito Santo nos guia e nos transforma, não temos mais desculpas para andar segundo nossos velhos hábitos.

6Viver em santidade significa andar perto de Deus. Só conseguimos ver o Senhor com clareza quando nos esforçamos para caminhar perto dEle em pureza e paz. “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

7Viver em santidade significa deixar Deus nos guardar. Santidade é a vontade de Deus para nossa vida, algo que Ele planejou para nós desde o princípio. E Ele é capaz de nos manter santos. Quando nosso coração deseja viver em pureza e fazer aquilo que é certo, Deus nos guarda de cair em pecado.

(Stormie Omartian)

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes

Em Busca da Perfeição

Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês. Mateus 5:48

PerfeiçãoEssas palavras de Jesus têm desafiado e esmagado, motivado e envergonhado muitas pessoas sinceras desde que foram proferidas. Elas ainda servem para os dias de hoje e devemos levá-las a sério.

Algumas pessoas consideram essas palavras como a exigência de uma vida absolutamente isenta de pecado. Com isso em mente, encontram em si mesmas algo que desponta e as faz pensar: “Serei essa pessoa! Farei tudo o que for necessário para me desvencilhar das imperfeições de minha vida para que possa ser encontrado sem pecado diante de Deus!”

Tais pessoas sinceras caem num profundo poço, o poço da ilusão. Passam a se concentrar em si mesmas e a se introverter, ao passo que Jesus nos convida sempre a nos extroverter a fim de abençoarmos o próximo. Ao persistirem nesse caminho, inevitavelmente acabam se orgulhando de sua suposta justiça ou abandonando completamente a religião.

O que Jesus quis dizer com essas palavras desafiadoras? Como sempre ocorre na Bíblia, o contexto em que essas palavras se encontram esclarece seu significado. Para isso, precisamos voltar para o verso 43, verso em que Jesus citou o Antigo Testamento: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo’. Mas Eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos Céus. Porque Ele faz raiar o Seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mt 5:43-45).

Nesses versos Jesus disse que devemos nos relacionar com as pessoas – todas as pesssoas, não apenas os amigos – da mesma forma que Deus Se relaciona com elas. Ele é bondoso e generoso para todos, sem distinção ou parcialidade. Então, vem o verso 48, que é a conclusão do argumento: devemos ser completos e maduros (esse é o significado do original), assim como é o Pai celestial em tudo o que Ele faz.

Eugene Peterson expressou Mateus 5:48 nas seguintes palavras: “Em uma palavra, o que estou dizendo é: cresçam. Vocês são súditos do reino. Vivam de acordo com ele. Vivam sua identidade criada por Deus. Tratem o próximo generosa e bondosamente, do mesmo modo que Deus trata vocês” (The Message).

Ellen White afirmou: “Cumpre-nos ser centros de luz e bênção para o nosso pequeno círculo, da mesma maneira que Ele o é para o Universo” (O Maior Discurso de Cristo, p. 77).

A perfeição dos cristãos imperfeitos

“NOSSA VIDA PODE SER PERFEITA EM CADA FASE DE DESENVOLVIMENTO, CONTUDO HAVERÁ PROGRESSO CONTÍNUO, SE O PROPÓSITO DE DEUS SE CUMPRIR EM NÓS. A SANTIFICAÇÃO É OBRA DE TODA UMA VIDA” (ELLEN G. WHITE, PARÁBOLAS DE JESUS, P. 65).

perfeccionismo-423x330 Certa vez, um adventista de nascimento que defende a cristologia pós-lapsariana (segundo a qual Jesus teria a natureza de Adão após a queda, com as tendências herdadas para o pecado – embora não com as tendências cultivadas) discutia o assunto com outro adventista pré-lapsariano. A certa altura, o primeiro disse: “Você não compreende esses assuntos porque bebe Coca-Cola. Deve estar com a mente embotada.” O segundo, então, respondeu: “Na verdade, depois que me tornei adventista, nunca mais bebi Coca-Cola e sempre procurei ser temperante.” Este diálogo mais ou menos fictício (e bem minimalista) mostra um fenômeno interessante (mas que não pode ser generalizado): indivíduos que nasceram em lar adventista e, infelizmente, tiveram maus exemplos por parte de alguns adventistas próximos, quando conhecem a mensagem do reavivamento e da reforma (especialmente no que tange às mudanças alimentares) – e começam a vivê-la – pensam algo mais ou menos assim: “Agora eu descobri o verdadeiro adventismo.” Isso não é necessariamente ruim, desde que se trate de uma conversão genuína. O problema é quando essas pessoas começam a olhar de cima para seus irmãos, como se eles não estivessem vivendo a mensagem. Outros ainda passam a se dedicar ao estudo de um assunto apenas, até que este se torne praticamente sua única bandeira, o tema todo-absorvente de suas pesquisas e pregações. Consideram-se donos de uma luz especial que os demais não conseguem ver. Esquecem-se de que Deus conduz um povo, não ramificações, e desconfiam de todos os que não vivem à altura do padrão adotado por eles.

Satanás é especialista em dividir para conquistar. Quando consegue utilizar uma necessidade real e importante (como a reforma) para causar divisão, melhor ainda para ele. Os extremos dessa questão são perigosos: por um lado, (1) desconsiderar o apelo ao reavivamento e à reforma (que tem que ver com todos os aspectos da vida, não apenas com a dieta), por outro (2) distorcer a ideia da reforma, a ponto de considerar as mudanças no estilo de vida como uma credencial para o Céu.

Convido-o a analisar com cuidado e atenção o seguinte texto inspirado: “Era possível a Adão, antes da queda, formar um caráter justo pela obediência à lei de Deus. Mas deixou de fazê-lo e, devido ao seu pecado, nossa natureza se acha decaída, e não podemos tornar-nos justos. Visto como somos pecaminosos, profanos, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa. Não possuímos justiça em nós mesmos com a qual pudéssemos satisfazer às exigências da lei de Deus. Mas Cristo nos proveu um meio de escape. Viveu na Terra em meio de provas e tentações como as que nos sobrevêm a nós. Viveu uma vida sem pecado. Morreu por nós, e agora Se oferece para nos tirar os pecados e dar-nos Sua justiça. Se vos entregardes a Ele e O aceitardes como vosso Salvador, sereis então, por pecaminosa que tenha sido vossa vida, considerados justos por Sua causa. O caráter de Cristo substituirá o vosso caráter, e sereis aceitos diante de Deus exatamente como se não houvésseis pecado” (Ellen White, Caminho a Cristo, p. 62; grifos meus).

Vamos pontuar:

1. Antes da queda, portanto com sua natureza humana perfeita, Adão poderia formar caráter justo pela obediência à lei de Deus. Logo, após a queda, isso não mais é possível.

2. Depois do pecado, nossa natureza se acha decaída e somos incapazes de nos tornar justos.

3. Somos pecaminosos, profanos e, por isso, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa, porém, “se está no coração obedecer a Deus, se são feitos esforços nesse sentido, Jesus aceita esta disposição e esforço como o melhor serviço do homem, e supre a deficiência, com Seu próprio mérito divino” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 382).

4. Cristo, que possuía a natureza moral de Adão antes da queda (não, porém, a física), viveu uma vida sem pecado e cumpriu perfeitamente a lei de Deus.

5. Cristo Se oferece para nos tirar os pecados e dar-nos Sua justiça. Assim somos considerados justos.

6. Quando aceitamos Jesus como Salvador (justificação), o caráter dEle substitui o nosso, e somos aceitos diante de Deus como se não houvéssemos pecado.

Outro texto para sua consideração: “Os serviços religiosos, as orações, o louvor, a penitente confissão do pecado, sobem dos crentes fiéis, qual incenso ao santuário celestial, mas passando através dos corruptos canais da humanidade, ficam tão maculados que, a menos que sejam purificados por sangue, jamais podem ser de valor perante Deus. Não ascendem em imaculada pureza, e a menos que o Intercessor, que está à mão direita de Deus, apresente e purifique tudo por Sua justiça, não será aceitável a Deus. Todo o incenso dos tabernáculos terrestres tem de umedecer-se com as purificadoras gotas do sangue de Cristo. Ele segura perante o Pai o incensário de Seus próprios méritos, nos quais não há mancha de corrupção terrestre. Nesse incensário reúne Ele as orações, o louvor e as confissões de Seu povo, juntando-lhes Sua própria justiça imaculada. Então, perfumado com os méritos da propiciação de Cristo, o incenso ascende perante Deus completa e inteiramente aceitável” (Ellen White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 344).

Nem o que de melhor possamos oferecer – nossas orações, o louvor e as confissões – é considerado imaculado diante do Deus santo – imagine a guarda do sábado, a fidelidade, o estilo de vida, etc. Seres humanos imperfeitos jamais poderão prestar obediência perfeita, no entanto, Jesus nos diz: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Nossa motivação para a obediência deve ser o amor. Quem ama, procura agradar ao objeto de seu amor e aceita por amor aquilo que Cristo coloca à sua disposição. E, quando reconhecemos que Deus somente visa ao nosso bem (a ponto de ter morrido por nós), entendemos que a obediência aos mandamentos dEle, na verdade, nos serve de proteção. É sempre o melhor para nós.

Ellen White também diz que “a salvação é inteiramente um dom gratuito. A justificação pela fé está fora de controvérsia. E toda essa discussão estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras, jamais poderão obter a vida eterna para ele” (Fé e Obras, p. 20). Agora pense: se Jesus tivesse as tendências para o pecado (ainda que somente as herdadas), as boas obras dEle não serviriam nem para salvá-Lo; imagine para nos salvar…

É preciso entender que a perfeição bíblica se resume no amor desinteressado, conforme descrito em Mateus 5:43-48. Devemos ser perfeitos em nossa esfera (relativa) como Deus o é na dEle (absoluta).

“Aquele que não conheceu pecado, Ele O fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21).

“Sabeis também que Ele Se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado” (1 João 3:5).

O texto a seguir é muito claro. Os “perfeccionistas” dizem que, quanto mais avançarmos na santificação, menos precisaremos nos arrepender. No segundo parágrafo, Ellen White diz exatamente o contrário disso: “A santificação não é obra de um momento, de uma hora, de um dia, mas da vida toda. […] Enquanto reinar Satanás, teremos de subjugar o próprio eu e vencer os pecados que nos assaltam; enquanto durar a vida não haverá ocasião de repouso, nenhum ponto a que possamos atingir e dizer: ‘Alcancei tudo completamente.’ A santificação é o resultado de uma obediência que dura a vida toda. […]

“Quanto mais nos aproximarmos de Jesus, e quanto mais claramente distinguirmos a pureza de Seu caráter, tanto mais claramente veremos a excessiva malignidade do pecado, e tanto menos nutriremos o desejo de nos exaltar a nós mesmos. Haverá um contínuo anelo da alma em direção a Deus, uma contínua, sincera, contrita confissão de pecado e humilhação do coração perante Ele. A cada passo para frente em nossa experiência cristã, nosso arrependimento se aprofundará” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 560, 561).

Outro texto para se considerar cuidadosamente: “Seja cuidadoso, extremamente cuidadoso, ao tratar da natureza humana de Cristo. Não O apresente perante as pessoas como um homem com propensões para o pecado. Ele é o segundo Adão. O primeiro Adão foi criado como um ser puro, sem pecado nem mancha alguma de pecado sobre ele; era a imagem de Deus. Poderia cair, e de fato caiu ao transgredir. Por causa do pecado, sua posteridade nasceu com inerentes propensões para a desobediência. Mas Jesus Cristo era o Filho unigênito de Deus. Ele tomou sobre Si a natureza humana, e foi tentado em todas as coisas como a natureza humana é tentada. Ele poderia ter pecado; poderia ter caído, mas por nem um momento sequer houve nEle uma má propensão” (Ellen White, Carta 8, 1895).

Até a glorificação (na segunda vinda de Jesus), jamais poderei dizer que não existe pecado em mim. Mas em Cristo – nosso amado Substituto – há poder para vencer o pecado (atos e pensamentos). E Deus, somente Ele, seja louvado por isso!

Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia
Fonte: www.criacionismo.com.br

Palavras de Jesus às mulheres

mulher-Jesus-300x240 Enquanto viveu nesse mundo, Jesus agiu de forma bastante distinta, inclusive no tratamento para com as mulheres de sua época. Hoje, muitas palavras bonitas são escritas em homenagem às mulheres, pelo Dia Internacional da Mulher. Não tenho nada contra mensagens de homenagens escritas seres humanos pecadores, mas gostaria de, nesse dia, convidar-te a refletir nas palavras do próprio Cristo, Emanuel – Deus conosco.

 

À Mulher do fluxo de sangue:
“E ele lhe disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz.” Lucas 8:48. Ele te convida, hoje, a ter fé nEle para que sejas salva.

À filha de jairo:
“E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te.” Mateus 5:41. Ele te convida a levantar-te.

À Maria Madalena:
“[…] E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.” João 8:11. Ele não te condena, e ordena que abandone teus pecados para sempre.

À Marta (em sua casa):
“E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” Lucas 10:41-42. Ele te convida a tirar o foco das coisas passageiras e a escolher a boa parte.

À sua mãe:
“Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.” João 2:4. Ele te diz que é Ele quem sabe o momento certo de agir.

À Samaritana:
“[…] Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. […] Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. […] Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna. […] Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. […]Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. […] Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” João 4:7, 10, 13, 14, 16, 17, 18, 21, 22, 23 e 24. Ele te convida a beber a água da vida, e te diz que conhece a tua vida, e te aceita apesar do teu passado.

À Marta (ressurreição de Lázaro):
“Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. […] Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11:23, 25-26. Ele te diz que tem controle sobre a vida e a morte, e te convida a viver nEle eternamente.

Queridas amigas, não sei se consegui citar todas as falas de Jesus direcionadas a uma mulher, mas sei que para cada fala de Jesus a uma mulher de sua época, existe uma mensagem para nós. Essa será sempre a mensagem mais linda que podemos receber!

(Autora: Karyne M. Lira Correia)

Fonte: http://mulheradventista.com/palavras-de-jesus-as-mulheres/#more-5224