Como destruir seu casamento em 16 passos

1 – Parar de dialogar de maneira aberta e sincera

2 – Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).

3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.

4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.

5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.

6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.

7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.

8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.

9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.

10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.

11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.

12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.

13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.

14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).

15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.

16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.

Fonte: http://esperanca.com.br/

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Semana da Família

cartaz

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Informações

A Semana da Família é um dos grandes programas missionários da igreja, e por isso deve ser planejada com antecedência para que atraia também as famílias de amigos da igreja. Então, motive os membros a convidarem as famílias de seus vizinhos, parentes e amigos. O programa também terá um ótimo resultado se for realizado em Pequenos Grupos. Neste caso, seria bom que no último final de semana os Pequenos Grupos se reunissem na Igreja.

 

 

Assuntos para o momento da oração intercessora:

  • Domingo: Orar por namorados e noivos.
  • Segunda: Orar por trabalho e sustento na família.
  • Terça: Orar pela saúde na família.
  • Quarta: Orar pela vida espiritual da família (Culto da Família).
  • Quinta: Orar pelos filhos.
  • Sexta: Orar pelos idosos.

Planejamento

Todo o programa deve ser pensando nas famílias visitantes, de amigos da igreja (que ainda não são membros).

Orientações

  • Convide: Amigos, parentes, colegas de trabalho, participantes de RCC ou outros encontros de casais, pais da Escola Adventista, etc.
  • Um mês antes, entre em contato com a administração da Escola Adventista mais próxima e peça à escola para convidar as famílias de alunos para o programa.
  • Visite escolas ou outras instituições públicas e ofereça convites.
  • Organize uma forte equipe de recepção, que também faça contato com as visitas, sempre em menos de 24 horas após sua ida à igreja (ligar, enviar e-mail, por exemplo).
  • Se possível ofereça um chá ou pequeno lanche saudável após o culto, com o objetivo de envolver os visitantes com os membros, e também de servir àqueles que não puderam comer antes de vir à igreja. (Lembre-se de nossos princípios de apenas oferecer aquilo que é saudável, e de modo atraente e apetitoso). Frutas são uma boa opção. O maior objetivo não é a alimentação em si, mas a interação entre as pessoas.
  • Organize uma “feira de livros” durante a Semana da Família. Escolha uma equipe responsável pela venda de livros adventistas sobre família (veja em http://www.cpb.com.br). Adquira os livros nas lojas da igreja e os revenda todas as noites após o culto.
  • Faça sorteios de alguns dos exemplares da “feira do livro”.
Sugestões de literatura para venda:
  1. Lições da Escola Sabatina.
  2. Meditações Diárias – para serem utilizadas durante o Culto da Família.
  3. Inspiração Juvenil.
  4. O Lar Adventista – todos os casais precisam ler!
  5. Orientação da Criança – todos os pais precisam ler!
  6. Mensagens aos Jovens – todos os jovens devem ler!
  7. Mente, Caráter e Personalidade.
  8. Outros livros adventistas e evangélicos sobre família.
Culto Familiar

Programa de visitação para fortalecimento do Culto da Família – Durante a Semana da Família, organize duplas de casais que visitarão as famílias da igreja de madrugada para fortalecer o culto familiar.

Como deve ser esta visita?
  • Agendar as visitas da semana já no primeiro sábado e distribuí-las entre os visitadores.
  • A visita deve durar no máximo 15 minutos (apenas o tempo para o Culto da Família).
  • Avise que não deve haver refeição.
  • Durante a visita faça três coisas: cantar (um hino), estudar a Bíblia (pode ser a leitura do texto do dia de Meditações Diárias), e orar (ore pelas necessidades da família).
Apelos importantes
  • Todas as noites utilize alguns instantes antes do sermão para motivar a realização diária do Culto da Família, pela manhã e à noite.
  • Faça apelos diretos para o batismo. Só em Cristo é que uma família poderá ser verdadeiramente feliz!
  • A cada noite, pensando nos visitantes, faça propaganda dos Pequenos Grupos, ofereça Cursos Bíblicos, faça inscrições para Classe Bíblica ou para cursos de saúde que devem ser programados para iniciar logo após a semana.
  • Um ótimo curso para acontecer logo após a semana, por exemplo, é de Culinária Vegetariana.

Enfim, não permita que a Semana da Família seja algo isolado do programa da igreja. Planeje de tal forma que esta semana contribua grandemente para o projeto maior da igreja: trazer mais pessoas para o Reino de Deus!

Marcos Faiock Bomfim, Diretor de Ministério da Família – Divisão Sul-Americana

Twitter: @PrMarcosBomfim e @MinistFamilia

Fonte: http://www.portaladventista.org/ministeriosdafamilia/

O vício da pornografia

capaA internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontrolável na cultura. De fato, a Internet não é separada da cultura; é a cultura. Todo o lixo e vazamento de nossa sociedade obtém seu momento lá, e a obsessão mais minúscula tem seu lugar na prateleira, bem perto de músicas clássicas, caridade e paisagens do pôr-do-sol. A Internet deixa milhões de flores e ervas daninhas florescerem “. 1

A PORNOGRAFIA ONLINE TORNOU-SE UMA DAS áreas mais lucrativas do comércio eletrônico (e-commerce). Estima-se que a receita chegue a bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites de sexo a cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco maiores sites de sexo tem mais visitantes que MSNBC.com e CNN.com combinados (canais de notícias). 2 Todos estes sites estão disponíveis a seus filhos a cada minuto da vida deles. E eles são fáceis de achar, em apenas alguns segundos.

A pornografia na Internet é tão extensa que é correto dizer que ela está aqui para ficar; e é provável que nunca seja impedida. A cada dia aproximadamente 400 novos web sites pornográficos são abertos na Internet de lugares como Tailândia e Rússia.3

Nos Estados Unidos, estima-se de 10 milhões de crianças ficam on-line todos os dias. Muitos são ávidos para fazer “amigos eletrônicos” com quem possam bater papo. Em um recente estudo de aproximadamente 1500 crianças com idades entre 10 e 17, descobriu-se que uma em cada quatro foi exposta indesejavelmente a algum tipo de imagem de pessoas nuas ou pessoas realizando atos sexuais. Uma em 33 recebeu uma solicitação agressiva, significando que alguma pessoa na Internet as pediu para encontrar ou telefonar, ou as mandava correspondência, dinheiro ou presentes. 4

banner Se você não está convencido que a pornografia é um problema, dê uma olhada em seu jornal local. Os jornais comumente reportam incidentes em que indivíduos como um decano da Escola Divindade da Universidade Harvard, um executivo da Disney Internet, muitos professores universitários, professores de escolas, e outros cidadãos uma vez respeitados ao redor do país foram “flagrados” acessando sites de pornografia na Internet.5

Em “Pornography, Main Street to Wall Street”, (Pornografia, Principal Via Para a Wall Street) H. W. Jenkins reporta que o Dr. Mark Lasher, um sócio-fundador da Aliança Cristã para a Recuperação Sexual (é ele mesmo um recuperado do vício do sexo), pronunciou aos ouvintes de um congresso ano passado: “Muitos na comunidade médica acham que uma substância, para viciar, deve criar uma tolerância química. Os alcoólicos, por exemplo, com o passar do tempo devem consumir mais e mais álcool para alcançar o mesmo efeito. Novas pesquisas, como a dos Doutores Harvey Milkman e Stan Sunderwirth, demonstraram que a fantasia sexual e atividade, por causa das químicas cerebrais produzidas naturalmente, têm a habilidade para criar a tolerância do cérebro ao sexo. Eu tenho tratado mais de mil homens e mulheres viciados. Quase todos começaram com a pornografia.”6

Jenkins continua: “A Internet faz com que as imagens pornográficas sejam mais facilmente acessíveis, e virtualmente com variedade ilimitada. Seria um milagre se as crianças não estivessem encontrando essas coisas, mesmo que isso significasse ativar os ‘filtros’ providenciados por seus pais ou seus provedores de Internet… Se a exposição intensifica a tolerância, e a tolerância piora o problema, ter imagens pornográficas ilimitadas de fácil alcance em cada computador é como produzir efeitos sociais que ainda não levamos em conta.”

A História de David

Um problema que a mãe de David não encarou é a pornografia na Internet e se David está ou não gastando tempo navegando através dos muitos sites na Internet onde há imagens gráficas de pessoas tendo relações. Janet, a mãe de David, não pensou muito sobre isso, embora tenha ouvido falar sobre isso de tempos em tempos. Ela certamente soube de pessoas que perderam seus empregos por causa disso.

A relação de David com sua mãe é ótima. É boa o bastante para que ele possa conversar com ela sobre a maioria dos desafios que ele encontra diariamente incluindo drogas e sexo. Mas é bom o bastante para falar sobre pornografia? Se David tivesse um problema com pornografia, poderia dizer “Ei, mãe, preciso conversar com a senhora sobre algo que está me incomodando”. Ele ficaria muito envergonhado? Há uma excelente probabilidade de que ele esconderia o problema.

Vamos um passo adiante. Se seu vizinho tivesse um problema com a pornografia na Internet, você acha que ele ou ela pediria ajuda a você? E seu cônjuge? E você? Conseguiria reunir a coragem para falar com o Senhor em oração? Aonde você vai quando tem um problema tão delicado, pessoalmente humilhante e degradante como o uso da pornografia? Há alguém em nossa organização que estaria desejoso de ouvir sem criticar ou, o mais importante, sem fofocar sobre isso? Um membro de igreja com vício em pornografia seria alvo de fofocas.

pornografia_2 A mãe de David acreditaria se visse um garoto de 12 anos com pornografia? No dia seguinte após o trabalho Janet perguntou a sua filha Beth se ela já tinha visto sexo na Internet.

“Com certeza”,Beth respondeu.

Janet gelou. “Como isso aconteceu?”

A história de Beth foi parecida com a que Janet tinha lido em um jornal. “Eu estava no laboratório de computadores na escola, procurando informação sobre câncer. Eu tive a informação e estava só olhando para ver o que poderia encontrar sobre o tópico. Enquanto estava navegando pela Internet parecia que eu passava por mais fotos de pessoas tendo relações sexuais do que informação sobre câncer”.

A mãe de Beth a pediu para ir ao computador e mostrá-la como acontecia. Ela andou rapidamente em direção ao computador, clicou o mouse algumas vezes, olhou para sua mãe e disse “OK, o que você quer que eu faça?” ·

De braços cruzados Janet disse, “Você me disse que sabe como encontrar fotos sujas na Internet; como eu tenho que ver para crer, mostre me! Eu não acredito no que está dizendo.”

Beth encolheu os ombros e disse, “Mãe, qualquer um pode fazer. É simples.” Beth rapidamente digitou algumas palavras em seu computador, e Bingo! Uma janela depois da outra começou a aparecer rapidamente embora os dedos de Beth não estivessem no mouse ou no teclado. Automaticamente foto após foto apareciam.

“Desligue! Eu não quero ver essas coisas”, disse Janet. Beth desligou e deu meia-volta em sua cadeira para encarar sua mãe. Janet perguntou a Beth se ela freqüentemente ia para a Internet procurando pessoas fazendo sexo. “Mãe, eu nunca faço. Você me pediu para mostrar a você, e eu mostrei”, Beth a repreendeu.

“Bem, como você fez aquilo?” Perguntou Janet.

“Olhe, Mãe”, Beth explicou, “apenas digite uma palavra e aperte a tecla Enter.”

É muito simples. Nossos filhos, nossos cônjuges, nossos empregados, os professores de nossas crianças – todos nós que temos computadores com acesso à Internet temos disponível muitos diferentes websites que têm conteúdo sexual. Uma pessoa poderia gastar 24 horas por dia e provavelmente não visitaria todos eles em um ano. A mãe de David tinha que saber se ele estava acessando sites pornográficos na Internet. Por alguma razão ela não teve a coragem para perguntá-lo diretamente, embora tivesse notado que ele passava muito tempo em seu quarto com a porta fechada enquanto navegava na Internet. Ela não tinha pensado sobre pornografia até a experiência com Beth.

Uma tarde ela perguntou à Beth se havia algum jeito de saber se alguém tinha estado olhando os sites pornográficos no computador. Beth disse, “Certo, isso é fácil”, e prosseguiu para mostrá-la com fazer isso. Depois de aprender como examinar o computador de David para ver quais sites ele tinha visitado na Internet, sua mãe foi ao seu quarto uma noite quando ele tinha saído. Ela fez as coisas que Beth a tinha ensinado e para seu horror ela viu que David tinha visitado centenas de diferentes sites de sexo. Levaram dias para que ela conseguisse coragem o bastante para conversar com ele sobre isso, mas finalmente conseguiu. David admitiu. Ele assegurou-a de que não era um problema. Ela pediu-lhe para não fazer mais isso, e ele afirmou que não faria.

A história não acabou para David. Se ele visitará mais sites pornográficos ou não é uma questão que não será respondida até que sua mãe comprometa-se a monitorar suas atividades na Internet. Se a exposição à pornografia que ele foi submetido se transformará em um problema 10, 20, ou 40 anos mais tarde na vida é especulação. Ele viu as imagens, e elas ficarão com ele por toda a vida.

Canadá          33

Austrália       33

U.S.               31

Alemanha     29

França           25

Inglaterra      25

Japão             21

Se nossa descrição de pornografia na Internet parece impetuosa, não o é. É um negócio sério, e devemos aceitá-lo imediatamente. Deixar crianças acessarem o computador sem supervisão pode ser tão perigoso quanto cheio de expectativa viver dentro de uma livraria para adultos sem olhar. Dizendo de outro jeito, você iria a uma livraria local para adultos e compraria 100 vídeos e 500 outras revistas pornográficas, colocaria na estante de livros no quarto de seu filho, e pediria a ele para não olhá-los? É claro que não. Então faria isso com a Internet?

Se seus filhos têm computadores com acesso à Internet, aprenda como supervisionar suas atividades na Internet. Se você não sabe como executar um computador, então aprenda. Peça a um amigo para mostrar como controlar atividades na Internet. Converse com seus filhos. Planeje o que você fará. Se você suspeita que há um problema com seu cônjuge, pergunte a ele ou ela; não com críticas, mas com amor. Procurem juntos obter ajuda para este problema crítico.

Untitled-1 É um assunto difícil para esposos ou esposas cujos cônjuges estão viciados em pornografia. Esse tipo de atividade freqüentemente resulta na perda do emprego. O que eles podem fazer? Onde um membro de igreja pode encontrar ajuda? Pense sobre isso seriamente. A pornografia é disponível a todos, inclusive aos oficiais da igreja. É um terreno traiçoeiro.

Pesquisas mostram que os efeitos da pornografia são mistos.Um recente estudo informou sobre uma pesquisa dirigida a jovens mulheres com idades entre 14 a 18 anos. Foi examinado. Desse estudo, 29,7 % tinha visto filmes com aviso de cenas impróprias, e isso foi associado a um aumento no risco de ter múltiplos parceiros sexuais, sexo mais freqüente, menos uso de contraceptivos, um forte desejo para conceber, e maior proporção de infecção transmitida sexualmente.8

Uma vez que você, seu cônjuge, ou alguém tenha superado com sucesso o vício sexual na Internet, leve em consideração que ainda terão que voltar para seus computadores para trabalhar. Como você se sentaria e completaria seu trabalho num instrumento através do qual você sabe que tem acesso ilimitado à coisa que quase o arruinou? É como sentenciar um alcoólico a trabalhar em uma loja de bebidas.

Uma chamada à ação

O problema da pornografia não é apenas sobre “eles”; estamos incluídos também. Recente pesquisa conduzida sobre uma amostra de cristãos revelou que 36% tinham visitado web sites explícitos; quase a metade os tinha visitado semanalmente ou algumas vezes por mês. Apenas a metade estava ciente de que seu cônjuge sabia que eles estavam acessando esses sites.

Os Pastores precisam ser treinados em relação aos perigos do vício sexual e pornográfico. É importante discursar o tópico do púlpito. Precisamos de sessões em pequenos grupos em que orações de intercessão sejam feitas ao Senhor. Precisamos providenciar treinamento específico para conselheiros cristãos em nossas universidades e faculdades. Precisamos localizar os recursos para fornecer a membros, não membros, e mesmo a oficiais uma linha para a qual possam ligar para fazer perguntas com absoluto anonimato e obter assistência. Também precisamos realizar pesquisas nesta área entre nossos membros e oficiais para entender melhor a extensão do problema e aprender as abordagens que foram descobertas ser efetivas.

Pensando nos mais jovens, a responsabilidade fundamental de proteger as crianças dos assédios sexuais on-line cai sobre os pais. Setenta por cento dos assédios pela Internet ocorrem nos computadores de casa. 9

Semelhante a uma infecção que ameaça o corpo de nossa igreja, a pornografia precisa tratamento imediato.

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1 R. A. Javier, W. G. Herron, and L. Primavera, “Violence and the Media: A Psychological Analysis,” International Journal of Instructional Media 25:4 (1998): 339-356.

2 G. Webb, “Sex and the Internet,” Yahoo! Internet Life 7, No. 5 (May 2001): 88-97.

3 J. Hughes, “Protecting Kids From Porn,” Christian Science Monitor, Mar. 21, 2001, p. 11.

4 Ibid.

5 H. W. Jenkins, “Pornography, Main Street to Wall Street,” Policy Review 105 (February/ March 2001): 3-11.

6 Ibid.

7 A. Wilson-Smith and S. Deziel, “Canadian Peepers-No. 2 in the World!” Maclean’s, Apr. 2, 2001, p. 13.

8 G. M. Wingood et. al., “Exposure to X-rated Movies and Adolescents’ Sexual and Contraceptive-related Attitudes and Behaviors,” Pediatrics 107, No. 5 (May 2001): 1116-1119.

9 Christian Science Monitor, “Kids and Smut on the Web,” June 19, 2000, p.

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Gary L. Hopkins é diretor-assistente do Departamento de Saúde da Conferência Geral e diretor do Instituto para Prevenção de Vícios na Universidade de Andrews. E-mail: ghopkins@andrews.edu.

Joyce W. Hopp é decana da Escola de Profissões Aliadas na Universidade de Loma Linda, Califórnia.

E-mail: Joycehopp@sahp.llu.edu.

Fonte: http://www.advir.com.br/sermoes/especial/pornografia/pornografia.asp

O Poço de Lágrimas

Quando Esaú ouviu as palavras de seu pai, deu um forte grito e, cheio de amargura, implorou ao pai: “Abençoe também a mim, meu pai!” Gênesis 27:34

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O grito de amargura de Esaú ecoa pelos séculos. É o clamor de filhos e filhas que anseiam a aprovação paterna.

Ao que parece, o clamor de Esaú não faz sentido. Aparentemente, Esaú deve ter sido criado em uma família que adorava a Deus e manifestava amor. Seu pai, Isaque, homem temente a Deus, amava Rebeca, sua esposa (Gn 24:67). O casal esperou um longo período para ter filhos e finalmente tiveram apenas dois – gêmeos, Esaú e Jacó. Esse foi um lar em que os filhos foram desejados, recebidos com alegria e amados.

A imagem de Esaú extraída da Bíblia é a de um homem forte e autossuficiente. Ele “tornou-se caçador habilidoso e vivia percorrendo os campos” (Gn 25:27). Não esperamos ver um homem como esse abrir a boca a chorar.

Mas aquele lar estava longe do modelo que aparentava ser. Os pais tinham preferências. Isaque amava Esaú, Rebeca amava Jacó. É claro que os filhos sabiam disso.

Assim, Esaú, com toda a aparente coragem e indiferença às emoções, se sentia profundamente inseguro. Na ocasião em que Jacó enganou Isaque a fim de receber a bênção da primogenitura – bênção que Isaque pensou estar proferindo sobre o outro filho – Esaú irrompeu em lágrimas. Poucos dias antes, havia tratado a bênção de maneira arrogante, trocando-a por um prato de guisado de lentilhas; mas agora, ao ver seu irmão levar o prêmio, clamou para que fosse abençoado também.

O ato de educar os filhos é um aprendizado para os pais também. Ao ensinarmos, continuamente aprendemos mais a nosso respeito. Ficamos surpresos ao perceber como um filho é diferente do outro. Ao se tornarem adultos, ficamos admirados em saber como a opinião de cada um varia em relação à maneira com que foram criados.

Um poço de lágrimas começa a se formar logo cedo dentro de cada um de nós. Até mesmo a melhor família do mundo está manchada pelo pecado, e os filhos detectam (ou pensam que detectam) palavras ou ações que demonstram certa preferência pelo irmão. O poço de lágrimas continua a aumentar em segredo. No momento em que o poço explode na idade adulta, surpreende os pais e outros membros da família.

Mas a graça faz a diferença. A graça assegura aos pais que Deus nos ama, nos aceita e nos ajuda a demonstrar aprovação. Por meio de elogios, abraços, pequenas atenções, transmitimos uma bênção aos nossos filhos.

Quebrando o Ciclo do Abuso

Ao vê-la, Jesus chamou-a à frente e lhe disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou, e passou a louvar a Deus. Lucas 13:12, 13

Jesus-e-MulherEncurvada Por 18 anos ficou encurvada, incapaz de ficar ereta. Por 18 anos arrastou-se pela vida, lutando para manter o equilíbrio, com os olhos forçadamente voltados para baixo. Nunca pôde contemplar o nascer do Sol, nunca acompanhou o voo de um pássaro ou o movimento das nuvens, pois era obrigada a fitar o chão.

Naquele sábado, caminhou com muita dificuldade até a sinagoga e encontrou um lugar na seção destinada às mulheres. Com os olhos voltados para baixo, ouviu o Mestre itinerante de Nazaré explicar as Escrituras. Extasiada, prestou atenção em cada palavra; mas o interesse se transformou num grande espanto ao ouvir Jesus chamá-la do meio da congregação pelo nome.

“Mulher, você está livre da sua doença”, disse, impondo-lhe as mãos. Imediatamente o poder curador inundou seu ser, libertando as juntas e fortalecendo os ossos. Ela ficou ereta – pela primeira vez em 18 anos!

Muitas pessoas hoje sofrem com uma enfermidade tão real quanto a enfermidade dessa mulher. Passam pela vida com os olhos voltados para baixo, dominadas por uma força que não podem vencer sozinhas. Conhecem apenas um modo de viver, aquele que seus pais – e avós – conheceram. Aquela que seus herdeiros estão fadados a perpetuar.

Refiro-me ao abuso familiar, que ocorre em ciclos satânicos. Crianças crescem sofrendo abusos por parte dos pais, que por sua vez também sofreram abusos, fazendo, assim, com que os filhos deem continuidade a essa atrocidade. Talvez o aspecto mais trágico do abuso seja o fato de ele exercer a sua força em famílias que professam ser cristãs. Já fui testemunha disso – vi isso acontecer entre pessoas que cresceram na igreja, que até mesmo tiveram a oportunidade de ter uma educação cristã. Apesar de todos os sermões e estudos, o ciclo do abuso continua, e tenho vontade de chorar.

Creio que Jesus pode quebrar o ciclo do abuso. Creio que a Sua graça é mais poderosa do que o peso acumulado das gerações. Creio que as pessoas podem mudar. Não temos que aceitar o abuso com sua degradação e falta de respeito próprio; não temos que submeter nossos filhos a abusos, mesmo que tenhamos sido vítimas dele.

Jesus nos chama à frente. Ele nos chama pelo nome e diz: “Você está livre da sua doença.” E pela primeira vez podemos nos endireitar e render louvores a Deus.